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Publicado em 24/11/2025, às 13h21 Foto: Unsplash Nathalia Quiereguini
Domingo costuma ser visto como dia de descanso, mas para muita gente ele traz um incômodo difícil de explicar: aquela mistura de angústia, vazio e inquietação que aparece sem aviso.
De acordo com o portal Itatiaia, o famoso mal-estar dominical, que surge justamente quando a rotina desacelera e sobra espaço para sentimentos que ficaram escondidos durante a semana.
Durante os dias úteis, o ritmo acelerado empurra preocupações para o fundo da mente. No domingo, quando o silêncio chega, tudo volta à superfície.
A antecipação da segunda-feira também pesa: responsabilidades, prazos e demandas começam a ocupar espaço mental antes mesmo de acontecer.
Esse desconforto pode vir da insatisfação com o trabalho, da falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional ou da sensação de não estar vivendo o que gostaria.
Não é fraqueza, é um reflexo emocional comum quando a rotina e o descanso entram em conflito.
Nem sempre. Na maioria das vezes, é um episódio pontual de tristeza relacionado ao fim do fim de semana.
Porém, se o mal-estar surgir com frequência, acompanhado de alterações no sono, falta de energia, isolamento ou pensamentos repetitivos, pode ser um sinal de algo mais profundo, e buscar ajuda profissional é essencial.
Planeje algo que te faça bem: caminhar, cozinhar, ler, encontrar alguém. Ocupa a mente e dá sentido ao dia.
Manter horários regulares, inclusive no domingo, reduz oscilações emocionais e melhora o humor.
Viver o dia com pessoas queridasdiminui a chance de pensamentos negativos dominarem o domingo.
Perguntar “o que estou sentindo agora?” ajuda a trazer clareza. Terapia, meditação ou escrita também funcionam.
Se o desconforto for recorrente ou intenso, acompanhamento psicológico é fundamental.
Com pequenos ajustes, o domingo pode deixar de ser um aviso de ansiedade e se transformar em um momento real de cuidado. Gentileza consigo mesmo sempre conta.
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