Política

Saiba qual candidato tem maior rejeição na disputa pelo Governo do RN, de acordo com pesquisa Metadata/Grupo Dial

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Cenário eleitoral no Rio Grande do Norte apresenta lideranças e resistências entre candidatos, segundo pesquisa divulgada pela Metadata/Grupo Dial  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: Internet
Redação

por Redação

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Publicado em 11/08/2026, às 08h38



A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte entra em uma nova etapa com um cenário eleitoral que combina liderança nas intenções de voto e diferentes níveis de resistência entre os candidatos.

É o que mostra a terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), a primeira realizada pela parceria após as convenções partidárias.

Entre os nomes apresentados aos eleitores, Álvaro Dias (PL) concentra o maior índice de rejeição.

O candidato aparece com 18,7%, enquanto Cadu de Lula (PT) registra 16,7%. A distância entre os dois é de 2 pontos percentuais.

O levantamento mostra ainda Rodrigo Bolsonaro (Agir) na terceira posição, com 11,5% de rejeição. O percentual representa uma diferença de 7,2 pontos em relação ao índice registrado por Álvaro Dias.

Allyson Bezerra (União Brasil), que lidera a intenção de voto para o Governo do Estado no mesmo levantamento, aparece com 6,7% de rejeição.

Entre os candidatos com índices menores, Dário Barbosa (PSTU) registra 3%, Arinaldo do MLB (UP) aparece com 2,6% e Professor Robério Paulino (PSOL) soma 2%.

Eleitorado ainda mantém margem de escolha

Os números também revelam uma parcela relevante do eleitorado que não apresenta resistência a nenhum dos candidatos colocados na disputa.

Segundo a pesquisa, 14,1% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes e disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos apresentados.

Na direção oposta, 10,8% declararam rejeitar todos os concorrentes e afirmaram que não votariam em nenhum deles. Outros 13,8% não souberam responder ou não quiseram informar sua posição.

Esse conjunto de respostas mostra que, além dos índices individuais de rejeição, existe uma parcela do eleitorado que ainda pode ser disputada pelos candidatos durante o processo eleitoral.

Segundo a pesquisa, 14,1% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes e disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos apresentados.
Segundo a pesquisa, 14,1% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes e disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos apresentados.

Liderança nas intenções de voto é de Allyson

A leitura da rejeição ganha outro significado quando colocada ao lado dos números de intenção de voto da mesma pesquisa.

Allyson Bezerra aparece na primeira colocação do cenário estimulado, com 34,2% das intenções de voto. Álvaro Dias ocupa o segundo lugar, com 24%, enquanto Cadu de Lula registra 17,1%.

Os demais candidatos apresentam percentuais significativamente menores. Rodrigo Bolsonaro tem 1,8%, Professor Robério Paulino aparece com 1,6%, e Dário Barbosa e Arinaldo do MLB registram 0,3% cada.

A combinação dos dois indicadores permite observar dimensões diferentes da corrida eleitoral.

Um candidato pode apresentar determinado nível de intenção de voto e, ao mesmo tempo, possuir uma taxa maior ou menor de rejeição. Isso ocorre porque os levantamentos respondem a perguntas distintas sobre o comportamento do eleitor.

Enquanto a intenção de voto identifica a preferência do entrevistado diante dos nomes apresentados, a rejeição mede aqueles candidatos nos quais o eleitor afirma que não votaria de jeito nenhum.

Levantamento percorreu 63 municípios do RN

A pesquisa foi realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-03682/2026 e BR-05736/2026.

O levantamento ouviu presencialmente 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte. As entrevistas foram realizadas entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026.

A distribuição da amostra considerou proporcionalmente o eleitorado das três regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas estabelecidas pelo IBGE.

Essa divisão corresponde às quatro mesorregiões e às 19 microrregiões utilizadas na organização territorial do estado.

O estudo tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Classificação Indicativa: Livre

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