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Urgente: Daniel Vorcaro é preso em nova fase da operação do Banco Master

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A terceira fase da Operação Compliance Zero resulta na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por fraudes financeiras  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Internet

Publicado em 04/03/2026, às 07h53   Malu Machado



A Polícia Federal prendeu preventivamente o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro que pode envolver bilhões.

A operação, autorizada pelo ministro André Mendonça do STF, resultou em quatro mandados de prisão e 15 de busca e apreensão, além do sequestro de bens avaliados em até R$ 22 bilhões para impedir a movimentação de ativos ilícitos.

Vorcaro, que já havia sido investigado anteriormente, enfrenta novas acusações de gestão fraudulenta e manipulação de mercado, enquanto medidas adicionais incluem o afastamento de outros envolvidos para desmantelar a estrutura criminosa no sistema financeiro.

Resumo gerado por IA

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4), a terceira fase da Operação Compliance Zero, resultando na prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A ação, realizada em São Paulo, investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado através da venda de títulos de crédito falsos.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais. Além das detenções, o STF determinou o sequestro e bloqueio de bens no montante impressionante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de frear a movimentação de ativos ilícitos do grupo.

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Crimes cibernéticos e ameaças

Desta vez, a investigação da PF vai além das fraudes bancárias. Esta nova fase apura crimes de:

  • Ameaça e corrupção: tentativas de coação e suborno para manter o esquema;
  • Invasão de dispositivos informáticos: uso de ataques hackers para facilitar as fraudes;
  • Gestão fraudulenta: falta total de controles internos, o que deu nome à operação (Compliance Zero).

Situação do investigado

Daniel Vorcaro já se encontra na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. O banqueiro, que já havia sido alvo de fases anteriores da operação, agora enfrenta acusações mais graves que incluem a movimentação de títulos inexistentes para inflar os ativos do banco. O Banco Master, inclusive, já passou por processo de liquidação.

A decisão de Mendonça também inclui ordens de afastamento de cargos públicos para outros envolvidos, visando desarticular completamente a estrutura que, segundo a PF, operava de forma criminosa dentro do sistema financeiro nacional.

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