Geral
por José Nilton Jr.
Publicado em 17/11/2025, às 17h18
Com o objetivo de suprir a demanda de hospedagem durante a COP30, dois navios de cruzeiro permanecem ancorados há quatorze dias no Porto de Outeiro, que fica em Belém (PA). Juntos, eles têm capacidade para receber até 10.200 hóspedes, distribuídos em cerca de 3.900 cabines, com diárias que variam de US$ 400, valor aproximado de R$ 2.100, até US$ 3.000, cerca de R$ 15.800.
As embarcações funcionam como verdadeiros hotéis flutuantes, oferecendo dormitórios que incluem suítes de alto padrão. Algumas dessas acomodações chegam a 95 metros quadrados e contam com varandas com vista para o mar e serviço de mordomo disponível em tempo integral.
Além disso, a infraestrutura geral dos navios também é ampla, composta por restaurantes, bares, áreas de piscina, hidromassagens, academias e centros de spa, garantindo que os visitantes encontrem um ambiente completo enquanto participam da conferência.
Grande parte das áreas comuns exige pagamento adicional para acesso, embora as academias possam ser utilizadas livremente pelos hóspedes. Os cassinos permanecem fechados, já que só podem operar em águas internacionais de acordo com a legislação brasileira.
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Apesar da estrutura robusta, nem todas as delegações que participarão da COP30 têm autorização para se hospedar nos cruzeiros. Isso acontece porque a administração das embarcações é feita por uma empresa americana, sujeita às regras impostas pelo governo dos Estados Unidos para hospedagem de determinados países.
A recepção e o uso dos cruzeiros seguem em preparação para o evento internacional, que deve movimentar milhares de participantes e reforçar a necessidade de alternativas para acomodação durante o período da conferência.
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