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Cidades

Movimentos da esquerda organizam protestos no RN contra ação dos EUA na Venezuela

Movimentos estudantis e populares farão protestos em Natal e Mossoró para apoiar Nicolás Maduro após sua captura pelos EUA.  |  Foto: Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 04/01/2026, às 13h27   Foto: Reprodução/Redes Sociais   Redação

Movimentos estudantis e populares ligados à esquerda organizam protestos contra a a incursão de forças militares dos EUA que terminaram na prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Os movimentos estão marcados para ocorrerem em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte, e em Natal, nesta segunda-feira (5).

A ação é composta pelos grupos Movimento Olga, Correnteza Potiguar, Movimento Luta de Classes e Unidade Popular RN. Na capital potiguar, o movimento está marcado para ocorrer às 15h30, em frente ao shopping Midway Mall. Já em Mossoró, o evento está programado para às 17h, em frente ao teatro Dix-Huit Rosado.

Os organizadores das ações defendem que a incursão realizada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi "covarde e fascista", afirmando ainda que Maduro foi sequestrado. Para os grupos, Trump atacou "a soberania do povo venezuelano".

"É um verdadeiro terror capitalista ameaçando o povo da América Latina e do mundo! Não podemos aceitar que nenhum país tenha sua soberania atacada por interesses de exploração. Por isso, chamamos toda a população de Mossoró a se solidarizar ao povo venezuelano e denúnciar ao ataque imperialista", disse o comunicado.

Celebrações

Apesar da avaliação negativa por parte de especialistas, através da ótica do Direito Internacional, a incursão que culminou na captura de Maduro foi celebrada por venezuelanos.

Manifestações e comemorações entre venezuelanos que vivem fora do país foram registradas em cidades do Chile, Argentina, Peru, Brasil, Estados Unidos e em diversos países da Europa.

Em praças e avenidas, grupos de pessoas venezuelana se reuniram para celebrar o que consideram o encerramento de um período marcado por autoritarismo, crise econômica e repressão política.

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