Política
O senador Rogério Marinho criticou o presidente Lula no Plenário, acusando-o de desrespeitar as forças de segurança ao se referir à operação policial no Rio de Janeiro como uma 'matança', que resultou na morte de 121 pessoas, incluindo quatro agentes.
Marinho afirmou que Lula busca agradar sua base eleitoral, que, segundo ele, glamoriza o crime e defende a descriminalização das drogas, desconsiderando o desejo da sociedade por segurança e ordem.
Além disso, o senador reprovou a rápida aprovação da Medida Provisória 1.304/2025, alegando que ela favorece interesses privados no setor elétrico e transfere custos ao consumidor, alertando para a irresponsabilidade fiscal que comprometerá as futuras gerações.
Na última terça-feira (4), o senador Rogério Marinho (PL-RN) utilizou o Plenário para direcionar críticas ao presidente Lula sobre posicionamentos acerca da operação policial realizada no Rio de Janeiro. O parlamentar acusou o presidente de desrespeitar as forças de segurança ao classificar como "matança" a recente operação policial onde 121 pessoas, incluindo quatro agentes, morreram nos Complexos do Alemão e da Penha.
Marinho alegou que Lula busca "agradar a sua base eleitoral", que, segundo o senador, "glamoriza o crime" e defende a descriminalização das drogas.
“O presidente esquece que a maioria da nossa sociedade quer lei, quer ordem, quer disciplina, quer viver em paz, quer criar seus filhos e quer proteção contra o crime organizado. Não quer viver em territórios faccionados.”, completou.
Críticas à política energética
Na mesma sessão, o senador também fez considerações sobre a política energética. O parlamentar reprovou veementemente a rápida aprovação da Medida Provisória 1.304/2025, alegando que o texto foi votado de maneira superficial, sem o devido debate no Congresso.
Segundo Marinho, a MP é prejudicial, pois beneficia interesses privados no setor elétrico, enquanto transfere custos ao consumidor.
O senador concluiu o discurso com um alerta sobre a situação econômica:
"Estamos literalmente afogados em irresponsabilidade fiscal. Vendemos o almoço para quitar o jantar, transferindo uma dívida inevitável para ser quitada pelas futuras gerações."
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