Política

Caso DISMED: Dinheiro apreendido vira alvo de polêmica, defesa nega crime e contesta versão divulgada

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A defesa da Distribuidora de Medicamentos DISMED afirma que a investigação não revela condutas criminosas e respeita o devido processo legal  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Freepik
Giovana Gurgel

por Giovana Gurgel

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Publicado em 28/01/2026, às 15h17



A defesa que representa a Distribuidora de Medicamentos DISMED e o empresário Oseas Monthalggan Fernandes Costa afirmou acompanhar os fatos com responsabilidade e serenidade, confiante de que o esclarecimento técnico e documental irá demonstrar a inexistência de qualquer conduta criminosa.

Segundo os advogados, as apurações em curso devem respeitar o devido processo legal, a presunção de inocência e as garantias constitucionais, princípios que, de acordo com a defesa, vêm sendo observados ao longo do acompanhamento do caso.

A manifestação pública ocorre após a divulgação de informações consideradas imprecisas por parte de alguns veículos de imprensa, o que, segundo a defesa, gerou interpretações distorcidas sobre os fatos investigados.

Atuação regular e histórico sem irregularidades

A Distribuidora de Medicamentos DISMED atua há 18 anos de forma contínua e regular no comércio atacadista de medicamentos, exercendo atividade lícita, fiscalizada e amplamente reconhecida no mercado, conforme destacou a defesa.

Ainda de acordo com o posicionamento, a empresa não possui histórico de irregularidades, mantendo suas operações dentro dos parâmetros legais exigidos pelos órgãos competentes do setor farmacêutico.

A defesa ressalta que esse histórico reforça a confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos a partir da análise técnica e documental.

Valores apreendidos e questionamento de versões

Sobre a divulgação de supostas cifras milionárias encontradas, a defesa afirma que a informação não corresponde à realidade, nem nas dependências da empresa, nem na residência de Oseas Monthalggan Fernandes Costa.

O montante apreendido, segundo a defesa, foi de aproximadamente R$ 52.000,00, valor que teria origem em atividade comercial lícita, sendo compatível com o ramo farmacêutico e sem configuração de ilícito penal.

O posicionamento destaca ainda que a manutenção de numerário em residência, por si só, não constitui crime, conforme entendimento pacífico no âmbito jurídico.

Análise técnica e respeito às instituições

Em relação a supostos diálogos envolvendo terceiras pessoas, a defesa informou que aguarda o acesso integral aos autos para realizar a análise técnica quanto à existência, ao contexto e à legalidade do conteúdo mencionado.

Os advogados reforçam que essa análise será feita com rigor técnico e observância estrita das garantias constitucionais asseguradas em lei.

Por fim, a defesa reafirma o respeito às instituições e aguarda que as apurações sigam seu curso com equilíbrio, discrição e estrita observância das garantias fundamentais, confiando no pleno esclarecimento dos fatos.

Classificação Indicativa: Livre

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