Política

Bolsonaro segue na UTI com pneumonia grave e sem previsão de alta, diz boletim médico

Alan Santos/Presidência da República
De acordo com os médicos, o tratamento inclui administração de antibióticos por via intravenosa e monitoramento constante na UTI  |   BNews RN - Divulgação Alan Santos/Presidência da República
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 18/03/2026, às 14h57 - Atualizado às 15h18



De acordo com um boletim médico divulgado nesta quarta-feira (18), o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, onde recebe tratamento para pneumonia bacteriana bilateral decorrente de um quadro de broncoaspiração.

De acordo com o boletim médico, o ex-presidente apresenta evolução clínica considerada positiva, com melhora parcial nos exames de imagem e avanço nos marcadores inflamatórios.

Boletim divulgado pelo hospital. Foto: Divulgação
Boletim divulgado pelo hospital. Foto: Divulgação

Apesar da resposta ao tratamento, Bolsonaro segue sob cuidados intensivos, com uso de antibióticos, suporte clínico contínuo e acompanhamento com fisioterapia respiratória e motora.

Internação ocorreu após agravamento do quadro

A internação do ex-presidente aconteceu na última sexta-feira (13), após Bolsonaro apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios.

O diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral foi confirmado por meio de exames laboratoriais e de imagem realizados pela equipe médica. A informação inicial sobre o estado de saúde foi divulgada por Michelle Bolsonaro.

Tratamento exige monitoramento contínuo

De acordo com os médicos, o tratamento inclui administração de antibióticos por via intravenosa e monitoramento constante na UTI.

Até o momento, não há previsão de alta da unidade intensiva. A equipe de saúde segue avaliando a evolução do quadro clínico de forma contínua.

Entenda a doença

A broncopneumonia bacteriana é uma infecção pulmonar causada por micro-organismos como bactérias, vírus, fungos ou protozoários.

A condição provoca acúmulo de secreções e células inflamatórias nos pulmões, comprometendo o funcionamento dos alvéolos responsáveis pelas trocas gasosas.

Esse tipo de quadro pode afetar significativamente a respiração e exige acompanhamento médico rigoroso, especialmente em pacientes com fatores de risco.

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