Polícia

Vídeo de agressão leva mãe à prisão em Natal; adolescente de 16 anos é acolhida após denúncia

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A adolescente, após as agressões, foi encaminhada para um serviço especializado de acolhimento. Ela estava acompanhada do pai e do irmão  |   BNews RN - Divulgação Reprodução
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 15/07/2026, às 13h06



A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) prendeu em flagrante, na madrugada desta quarta-feira (15), uma mulher de 44 anos  de idade suspeita de agredir a própria filha, de 16 anos. A prisão aconteceu no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na zona Norte de Natal, após a ampla repercussão de vídeos que registraram a violência ocorrida no começo desta semana.

As imagens, que circularam nas redes sociais, já foram incorporadas ao inquérito policial e fazem parte do conjunto de provas que embasa a investigação. Após a divulgação dos vídeos, equipes da Polícia Civil intensificaram as ações e localizaram a suspeita por volta da 1h desta quarta-feira.

Vídeo: Reprodução: blognoticiasemfoco

Adolescente recebeu atendimento especializado

Logo após a ocorrência, o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) acionou a Guarda Municipal de Natal para prestar atendimento à vítima. A adolescente foi encaminhada, acompanhada do pai e do irmão, para um serviço especializado de acolhimento, onde recebeu os primeiros cuidados e assistência.

O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que reuniu os vídeos e demais elementos para identificar e responsabilizar a suspeita, que é a própria mãe da adolescente.

Caso será investigado pela DPCA

A mulher foi presa por uma equipe da 1ª Delegacia de Plantão de Atendimento a Grupos em Situação de Vulnerabilidade (1ª DPAGV). Ela permanece detida e será submetida à audiência de custódia ainda nesta quarta-feira (15).

As investigações ficarão sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Natal.

A Polícia Civil reforçou que a divulgação de imagens ou informações que possam identificar a adolescente deve ser evitada, em respeito às garantias previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), preservando a integridade e a dignidade da vítima.

Classificação Indicativa: Livre

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