Polícia

Ex-príncipe Andrew é preso em investigação ligada a Jeffrey Epstein e deixa delegacia após 11 horas

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O ex-príncipe Andrew foi detido por 11 horas, em investigação sobre má conduta no exercício de funções públicas relacionadas a Epstein  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: Redes Sociais
Jussier Lucas

por Jussier Lucas

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Publicado em 19/02/2026, às 18h36



O ex-príncipe britânico Andrew foi detido no Reino Unido no dia de seu aniversário, sob suspeita de má conduta no exercício público, relacionada a investigações sobre Jeffrey Epstein. Ele foi liberado após cerca de 11 horas sob custódia, mas a prisão levanta questões sobre sua possível ligação com um esquema de exploração sexual.

As investigações se concentram na possibilidade de Andrew ter repassado informações confidenciais ao magnata Epstein, que enfrentou acusações graves antes de sua morte em 2019. Na época dos fatos, Andrew atuava como representante do comércio britânico, o que pode ter implicações na segurança de informações governamentais.

Durante a detenção, a polícia realizou buscas na residência de Andrew em Sandringham House e em outras propriedades da família real. A polícia do Vale do Tâmisa anunciou que a prisão foi resultado de uma avaliação minuciosa de informações, mas ainda não foram apresentadas acusações formais contra ele.

Resumo gerado por IA

O ex-príncipe britânico Prince Andrew foi preso na manhã desta quinta-feira (19), no Reino Unido, e liberado horas depois, conforme noticiado por veículos da imprensa local. Ele deixou a delegacia de Aylsham no período da tarde, após permanecer cerca de 11 horas sob custódia.

A detenção ocorreu por volta das 8h (horário local), no dia em que Andrew completou 66 anos. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, a prisão está relacionada à suspeita de “má conduta no exercício público”, no contexto de investigações derivadas do caso envolvendo Jeffrey Epstein.

De acordo com os investigadores, apura-se se o ex-integrante da família real teria repassado informações confidenciais ao magnata norte-americano, que foi acusado de comandar um esquema de exploração sexual de mulheres e menores de idade.

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Investigação em andamento

Na época dos fatos investigados, Andrew atuava como representante do comércio britânico. A apuração busca esclarecer se houve compartilhamento indevido de informações sensíveis do governo do Reino Unido.

Durante o período em que esteve sob custódia, a residência do ex-príncipe, localizada na propriedade de Sandringham House, foi alvo de buscas. Segundo o jornal The Sun, outras propriedades ligadas à família real em Windsor e Norfolk também foram vistoriadas.

Em comunicado, a polícia do Vale do Tâmisa informou que a prisão ocorreu após “avaliação minuciosa” de informações recebidas, o que levou à abertura formal de investigação. Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre eventuais acusações formais.

O caso acrescenta novo capítulo às controvérsias envolvendo o nome de Andrew em desdobramentos relacionados a Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento nos Estados Unidos

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