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Desemprego no RN cai para 7,6% e atinge menor nível da história, aponta IBGE

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De acordo com o IBGE, a redução da informalidade foi impulsionada principalmente pela queda de 10,4% no número de trabalhadores autônomos  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Recovery
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 14/05/2026, às 14h39



A taxa de desemprego no Rio Grande do Norte finalizou o primeiro trimestre deste ano em 7,6%. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este é o menor índice já registrado para o período entre janeiro e março desde o início da série histórica, em 2012.

O levantamento também mostra uma redução significativa em relação ao mesmo trimestre do ano passado, quando o estado registrava taxa de desocupação de 9,9%. Na comparação anual, a queda foi de 2,3 pontos percentuais. Já em relação ao último trimestre de 2025, quando o índice estava em 6,7%, o cenário foi considerado estável.

Na capital potiguar, a situação foi ainda mais positiva. Natal registrou taxa de desemprego de 5,9%, abaixo da média estadual.

RN lidera menor informalidade do Nordeste

Outro dado que chamou atenção no levantamento foi a taxa de informalidade no estado, que ficou em 41,5% no primeiro trimestre de 2026, a menor entre todos os estados do Nordeste.

Apesar de ainda permanecer acima da média nacional, de 37,3%, o percentual ficou abaixo da média regional nordestina, que alcançou 48,9%.

De acordo com o IBGE, a redução da informalidade foi impulsionada principalmente pela queda de 10,4% no número de trabalhadores autônomos sem registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), considerada a maior redução proporcional do país nessa categoria.

Atualmente, o estado possui cerca de 570 mil trabalhadores atuando na informalidade.

Número de desalentados também recua

A pesquisa também apontou redução no número de pessoas desalentadas, grupo formado por trabalhadores que desistiram de procurar emprego por falta de oportunidades, experiência ou descrença no mercado de trabalho.

No primeiro trimestre deste ano, o RN contabilizou 60 mil pessoas nessa condição. O número representa uma queda de 17,9% em comparação ao trimestre anterior, quando havia 73 mil desalentados, e redução ainda maior em relação ao início de 2025, que registrava 80 mil pessoas nessa situação.

O total de pessoas ocupadas no Rio Grande do Norte chegou a 1,374 milhão, resultando em uma taxa de ocupação de 48,1%.

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