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[Vídeo] Veja novo ângulo do acidente fatal de bungee jump e como saltos eram realizados

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O rope jumping, diferente do bungee jump, exige precisão milimétrica nos saltos e equipamentos certificados, mas falhas podem ser fatais.  |   BNews RN - Divulgação Foto: reprodução
BNews RN Redação

por BNews RN Redação

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Publicado em 14/06/2026, às 15h29



A trágica morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping em Limeira (SP), trouxe à tona não apenas uma investigação policial por homicídio, mas também questionamentos sobre a segurança de uma modalidade radical cada vez mais comum no Brasil. Imagens inéditas obtidas agora mostram como os saltos eram realizados no local e revelam a falha fatal que ocorreu logo após o lançamento da vítima.

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No vídeo, é possível observar o protocolo que deveria ter sido seguido, contrastando com o momento em que Maria Eduarda foi lançada ao vazio sem a conexão da corda de segurança. A jovem, que pagou R$ 180 pela atividade, demonstrou o clima de descontração momentos antes de subir na estrutura.

Em suas redes sociais, ela chegou a compartilhar um story com a frase: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?".

Em suas redes sociais, ela chegou a compartilhar um story com a frase: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?".
Em suas redes sociais, ela chegou a compartilhar um story com a frase: "Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?". Foto: redes sociais.

O que é o Rope Jumping?

Diferente do bungee jump, que utiliza cordas elásticas projetadas para esticar, o rope jumping é uma modalidade baseada em cordas de escalada de baixa elasticidade. O objetivo é criar um efeito de pêndulo. O praticante salta de um ponto elevado (como a "Ponte do Esqueleto") e, após a queda livre, descreve um movimento de balanço gigante, o que demanda um sistema de ancoragem de altíssima precisão.

Especialistas reforçam que a prática exige:

  • Cálculo de vetores: precisão milimétrica na distância e ângulo da ancoragem.
  • Equipamento certificado: cordas e mosquetões de escalada com resistência testada.
  • Protocolo de dupla checagem: verificação obrigatória do equipamento antes do lançamento.

A falha fatal

A perícia e os depoimentos apontam que, no caso de Limeira, a corda principal foi esquecida no chão da plataforma. O novo ângulo captado pelo vídeo mostra o momento exato em que a jovem é impulsionada para fora da estrutura. Segundos depois, o desespero toma conta da equipe e dos presentes, com gritos alertando para a ausência da corda, que era perfeitamente visível aos olhos de quem operava o salto.

Os três funcionários detidos permanecem à disposição da Justiça, enquadrados por homicídio com dolo eventual, uma vez que a Polícia Civil entendeu que a omissão na checagem dos equipamentos de proteção básica em um esporte de risco assume o risco direto de morte.

Classificação Indicativa: Livre

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