Geral
Publicado em 21/10/2025, às 10h16 Bruna Souza
Em 2025 a dengue já contabilizou mais de um milhão de casos no Brasil, a doença causada pelo mosquito Aedes aegypti é um dos maiores problemas da saúde nacional.
Superar a fase aguda de sintomas, como febre e dores intensas, é um alívio, mas muitos pacientes relatam que a luta não acaba ali; existe um possível pós-dengue, onde o organismo se arrasta em uma fase de comorbidades contínuas.
O sintoma mais persistente, é a fadiga, uma sensação de cansaço extremo, que pode durar de semanas a alguns meses; podem surgir também dores de cabeça ou nas articulações que insistem em não ir embora, impactando diretamente o retorno à rotina de trabalho e lazer.
Na maioria dos casos, que são considerados leves, sintomas incômodos da doença desaparecem sem deixar problemas permanentes; o corpo, pouco a pouco, volta ao normal.
Entretanto, nos casos mais raros e graves, segundo o portal Viva Bem, o vírus pode atingir órgãos como o cérebro causando encefalite ou o coração, gerando miocardite, trazendo mais atenção para a recuperação.
Dentre as principais consequências, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, mais de 50% das pessoas, após dengue, tendem a ter comprometimento grave dos rins e fígado, por conta das enzimas hepáticas.
Contudo um dos maiores alertas, é para gestantes, apesar de não passar para o feto, como Zika Vírus, a doença pode causar abortos, hemorragias e complicações na gestação.
Apesar de não existir um modo de prever as sequelas, a principal dica para quem foi atingido pela dengue é ter paciência e cuidar da recuperação; se os sintomas persistirem por mais de duas semanas ou se manifestarem de forma diferente, é fundamental procurar acompanhamento médico.
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