Entretenimento
Publicado em 24/10/2025, às 14h45 Marina Gonçalves
Com o avanço da industrialização, o sedentarismo aumentou nos últimos anos e, como conquência, o número de passos dados pelos adultos diminuiu, de acordo com o portal Medscape.
Enquanto anteriormente os adultos caminhavam cerca de 15 a 20 mil passos por dia, hoje em dia, com o crescimento de empregos mais sedentários e a adoção de novas tecnologias, a média caiu para aproximadamente 5 mil passos diários, em especial entre as pessoas que são mais idosas.
Um estudo liderado pelo Dr. Rikuta Hamaya, vinculado ao centro médico acadêmico Brigham and Women's Hospital, nos EUA, e publicado on-line no British Journal of Sports Medicine, pode ajudar a responder a essa pergunta.
Diversos pesquisadores forneceram contadores de passos (o acelerômetro ActiGraph GT3X+) a 13.547 mulheres idosas, com média de 71 anos, e acompanharam seus resultados de saúde ao longo de 10 anos.
Em comparação com nenhum dia por semana, as mulheres idosas que atingiram 4 mil passos em um ou dois dias por semana apresentaram uma redução de 26% no risco de morte por todas as causas e ainda de 27% no risco de doenças cardiovasculares.
Os benefícios foram ainda mais significativos entre as mulheres que atingiram esse limiar de passos em pelo menos três dias por semana, apresentando 40% menos risco de mortalidade total 40% e 27% menor risco de doença cardíaca.
No entanto, quando os limiares de passos eram mais elevados, entre 5 e 7 mil por dia, por exemplo, a redução no risco de morte foi pequena e o risco de doenças cardiovasculares praticamente não teve alteração.
Esses resultados destacam que mesmo quantidades moderadas de atividade física, distribuídas ao longo da semana, podem ter um impacto substancial na longevidade e na saúde cardiovascular.
Classificação Indicativa: Livre
Modo Karaokê
som poderoso
Notebook Poderoso
famoso copo
Smartwatch top