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Cientistas revelam a idade em que o cérebro fica mais inteligente; resposta pode surpreender

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Jovens adultos têm melhor desempenho em memória e processamento de informações, segundo estudos. Saiba mais!  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pexels

Publicado em 22/10/2025, às 17h07   Marina Gonçalves



O cérebro é, sem dúvida, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Isso porque, ele é o centro de comando de praticamente tudo: processa informações, controla movimentos e regula funções vitais.

Com o passar do tempo, é comum surgir questionamentos sobre como esse órgão tão complexo se desenvolve e envelhece. Uma das perguntas mais frequentes é: existe uma idade em que o cérebro atinge o auge da inteligência?

O que dizem os estudos

De acordo com o portal Correio Braziliense, jovens adultos, principalmente aqueles na faixa dos vinte anos, costumam ter melhor desempenho quando o assunto é processar informações e memória a curto prazo.

Um estudo realizado em 2014, por pesquisadores da Universidade Simon, analisou jogadores do StarCraft2. O resultado mostrou que essas habilidades cognitivas geralmente atingem seu pico por volta dos 24 anos.

Depois dessa faixa etária, é normal que essas habilidades comecem a diminuir, mas varia bastante entre os indivíduos, sendo influenciadas por fatores como estilo de vida e treinamento cognitivo ou esportivo.

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O que continua se desenvolvendo depois?

Capacidades intelectuais, como, por exemplo, vocabulário e cultura geral, seguem se desenvolvendo mesmo depois da juventude. Em 2015, uma pesquisa publicada na revista Psychological Sciense revelou que essas habilidades podem seguir em crescimento até os 40 ou 50 anos, e até mais.

As habilidades, portanto, não estão limitadas a uma fase da vida, mas podem ser aprimoradas de forma contínua.

Fatores que influenciam as capacidades cognitivas

O desenvolvimento das habilidades cognitivas não depende apenas da idade, já que fatores externos também podem influenciar no desenvolvimento das funções intelectuais.

Para ajudar no bom desempenho mental ao longo da vida, alguns fatores externos fazem diferença, como grau de escolaridade e acesso à educação ao longo da vida, profissão e desafios diários no ambiente de trabalho, estilo de vida (incluindo prática de atividades físicas e alimentação), e engajamento social e estímulos culturais.

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