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Pesquisando casa para alugar nas férias? Descubra como escapar de fraudes

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Aprenda dicas importantes para identificar sinais de fraudes em anúncios e como manter sua negociação segura ao alugar uma casa.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pexels

Publicado em 05/12/2025, às 08h39   Marina Gonçalves



Com a chegada do mês de dezembro, muitas famílias já começaram a organizar a tão aguardada viagem de férias, planejando dias de descanso e passeios.

No entanto, quem pretende alugar uma casa para as férias deve ficar atento aos casos de fraudes em locações por temporada, que tem aumentado ultimamente.

Sobre os golpes

Ao portal O Tempo, o advogado Murilo Rebouças Aranha, especialista em Direito Médico e Empresarial da FAV Advogados, falou sobre as estratégias usadas pelos golpistas.

“Hoje, o crime digital se sofisticou. A engenharia social se mistura com anúncios falsos, perfis clonados e pagamentos fora do ambiente protegido da plataforma. É o golpe perfeito para quem está distraído”, disse.

Segundo ele, muitas fraudes seguem um padrão em que imóveis reais são copiados, os valores são reduzidos, contas novas são usadas e o pagamento é exigido via Pix fora do site oficial.

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Como identificar e evitar

Fotos muito profissionais, endereços divergentes, perfis sem avaliações e ofertas com preços muito baixos podem ser sinais de fraude. Também é suspeita a insistência em usar WhatsApp ou exigir pagamento direto.

“Golpistas sempre tentam tirar o consumidor da plataforma oficial, porque ali não há mecanismos de segurança, reembolso ou rastreamento”, explica o advogado ao O Tempo.

Contudo, ele diz que é possível viajar com segurança seguindo cuidados simples como usar sites confiáveis, manter a negociação na plataforma, conferir o imóvel por videochamada, checar fotos no Google, pedir documentos do proprietário e evitar pagamentos 100% antecipados.

Medidas em casos de fraude

Ao identificar um golpe, é importante agir imediatamente. Murilo indica manter todas as evidências, registrar boletim de ocorrência, informar a plataforma e tentar bloquear a transação no banco ou cartão.

Vale destacar também que as plataformas podem responder solidariamente por prejuízos. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que, ao cobrar taxas, validar anúncios ou gerenciar reservas, elas têm responsabilidade por problemas no ambiente digital.

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