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Publicado em 28/10/2025, às 17h30 Nathalia Quiereguini
O Brasil está passando por uma atualização importante na forma como nos identificamos. A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) veio para substituir o modelo antigo e padronizar a identificação dos brasileiros em todo o país.
A principal mudança é que o número do CPF passa a ser o único identificador, eliminando as confusões com diferentes numerações entre estados, segundo matéria do Portal6.
A proposta é simples: mais praticidade, segurança e integração entre os sistemas públicos e privados.
Quem já precisou atualizar documentos em estados diferentes sabe a dor de cabeça que isso pode causar.
A nova identidade unifica as informações e ajuda a combater fraudes, já que será mais fácil verificar dados e autenticar documentos.
Além disso, o modelo segue padrões internacionais de segurança e inclui QR Code, assinatura digital e uma versão eletrônica que pode ser acessada pelo aplicativo gov.br.
O processo é bem simples. Basta agendar atendimento no instituto de identificação do seu estado, apresentar certidão de nascimento ou casamento e realizar a coleta de biometria e assinatura.
Depois, você escolhe se quer a versão física, digital ou as duas. A primeira via é gratuita, mas em casos de perda ou segunda via, pode haver cobrança, que varia conforme o estado.
Não há motivo para pressa, o RG atual continua válido por até 10 anos após a emissão. Mas, se você pretende renovar, mudar de estado ou quer facilitar sua vida com a integração do CPF, já pode solicitar a nova carteira sem problema algum.
Sim, especialmente se você gosta de praticidade. A CIN é mais moderna, segura e vai agilizar cadastros, viagens e serviços que exigem comprovação de identidade.
Mesmo sem ser obrigatória de imediato, ela representa um passo importante para deixar nossa documentação mais eficiente e conectada à realidade digital do país.
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