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Especialistas revelam 3 fontes de proteína ideais para quem tem mais de 50

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Saiba por que a proteína após os 50 é essencial para preservar músculos, energia e bem-estar, e veja como incluí-la no dia a dia.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/ Pexels

Publicado em 25/10/2025, às 06h00   Nathalia Quiereguini



A partir dos 50 anos, o corpo passa por transformações naturais que afetam diretamente a força muscular e a disposição.

A perda de massa magra, chamada de sarcopenia, é uma dessas mudanças, e pode comprometer o equilíbrio, a mobilidade e até a independência ao longo dos anos.

Segundo O Globo, é por isso que o consumo adequado de proteína de alta qualidade se torna um ponto de atenção na alimentação dessa faixa etária.

Mas não basta apenas aumentar a ingestão. O ideal é escolher fontes que entreguem todos os aminoácidos essenciais, favoreçam a absorção e contribuam também para outros aspectos da saúde, como ossos e imunidade.

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Fontes acessíveis e ricas em nutrientes

Entre as opções mais práticas e completas, três se destacam: iogurte natural ou grego, ovos e microalgas, como a spirulina.

O iogurte é uma fonte versátil, fácil de incluir no café da manhã ou em lanches. Além da proteína de alto valor biológico, oferece cálcio e probióticos, que ajudam a fortalecer os ossos e equilibrar a flora intestinal.

Os ovos, por sua vez, continuam sendo uma das alternativas mais completas e econômicas. Ricos em aminoácidos essenciais, vitaminas e minerais, auxiliam na manutenção da força muscular e na regeneração dos tecidos.

Já as microalgas vêm ganhando espaço como uma alternativa vegetal de alta qualidade nutricional. Além de proteínas completas, contêm ferro, antioxidantes e ácidos graxos do tipo ômega-3, importantes para o cérebro e o coração.

Como garantir o melhor aproveitamento

Distribuir a proteína ao longo do dia é o segredo. Isso significa incluir pequenas porções em cada refeição, sem exageros.

Associar esse hábito à prática de exercícios físicos regulares potencializa os resultados, já que o corpo utiliza melhor os aminoácidos para reconstruir a musculatura.

Para quem tem restrições alimentares ou condições específicas, o acompanhamento com um nutricionista é essencial. Pequenas mudanças na rotina alimentar podem representar um grande impacto na vitalidade e na saúde depois dos 50.

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