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Greve nos hospitais de Mossoró: trabalhadores paralisam por tempo indeterminado; saiba razões e unidades comprometidas

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Sindicato alerta para a urgência de uma solução, já que a situação compromete o funcionamento dos principais hospitais de Mossoró  |   BNews RN - Divulgação Reprodução internet
Redação

por Redação

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Publicado em 20/01/2026, às 10h13



Trabalhadores terceirizados de hospitais estaduais em Mossoró iniciaram uma greve por tempo indeterminado devido ao atraso no pagamento de salários e benefícios, afetando diretamente três unidades de saúde da cidade.

Os funcionários da empresa JMT Service reivindicam o pagamento do salário de dezembro e a regularização de benefícios, com a situação se arrastando por semanas sem resposta da empresa ou da Secretaria de Saúde.

Com a paralisação, a alimentação para acompanhantes de pacientes e servidores será suspensa, enquanto os trabalhadores permanecem mobilizados aguardando uma solução oficial para retomar os serviços.

Resumo gerado por IA

Trabalhadores terceirizados que atuam em hospitais estaduais de Mossoró iniciaram, na manhã desta terça-feira (20), uma greve por tempo indeterminado. A paralisação começou às 7h e envolve funcionários da empresa JMT Service que prestam serviços em três importantes unidades de saúde da cidade.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Setor da Saúde de Mossoró (Sintrahpam), o movimento afeta diretamente o Hospital Regional Tarcísio Maia, o Hospital Regional da Mulher Parteira Maria Correia e o Hospital Rafael Fernandes.

A principal motivação é o atraso no pagamento de salários e benefícios por parte da empresa contratada pelo Governo do Estado.

Atrasos salariais e benefícios motivam paralisação

De acordo com o sindicato, os trabalhadores cobram o pagamento do salário referente ao mês de dezembro, além da regularização de benefícios que também estão em atraso.

A situação, segundo a entidade, se arrasta há semanas e não houve retorno oficial por parte da empresa nem da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

Reinvidicações dos trabalhadores
- Pagamento do salário de dezembro
- Regularização do cartão-alimentação
- Pagamento do tíquete-refeição
- Quitação do décimo terceiro salário das merendeiras

Merendeiras contratadas pela JMT Service relatam, ainda, que o décimo terceiro salário não foi pago, ampliando a insatisfação da categoria e fortalecendo a adesão à greve.

Alimentação de acompanhantes e servidores será suspensa

Com a paralisação, um dos impactos imediatos será a suspensão da alimentação destinada a acompanhantes de pacientes e a servidores das unidades hospitalares atingidas. O serviço permanecerá interrompido enquanto não houver regularização dos pagamentos em atraso.

Com a paralisação, um dos impactos imediatos será a suspensão da alimentação destinada a acompanhantes de pacientes e a servidores das unidades hospitalares atingidas.
Com a paralisação, um dos impactos imediatos será a suspensão da alimentação destinada a acompanhantes de pacientes e a servidores das unidades hospitalares atingidas.

O Sintrahpam alerta que a situação compromete o funcionamento cotidiano dos hospitais e reforça a urgência de uma solução por parte do poder público e da empresa responsável pelos contratos.

Hospitais e governo foram avisados previamente

Ainda conforme o sindicato, as direções dos hospitais foram comunicadas com antecedência sobre a possibilidade de greve. A entidade afirma que buscou diálogo antes da paralisação, mas não obteve retorno das autoridades responsáveis.

Encaminhamos documentação desde a semana passada aos hospitais regionais, incluindo o Hospital Regional Tarcísio Maia, o Hospital da Mulher e o Hospital Rafael Fernandes, informando que haveria paralisação caso a situação não fosse revista. No entanto, não obtivemos resposta nem por parte da Sesap nem da JMT”, afirmou o líder sindical Adjackson Carvalho.

Greve segue por tempo indeterminado

Sem previsão de negociação ou pagamento, o movimento paredista segue por tempo indeterminado. O Sintrahpam informa que os trabalhadores permanecem mobilizados e aguardam uma posição oficial da empresa JMT Service e do Governo do Estado para que os serviços possam ser retomados.

Enquanto isso, a paralisação reforça o debate sobre a situação dos contratos terceirizados na área da saúde e os impactos diretos que atrasos trabalhistas provocam no funcionamento das unidades hospitalares e no atendimento à população.

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