Cidades

Construção de hospital de R$ 200 milhões começa a sair do papel e promete revolucionar a saúde no RN

Carmem Félix/GovRN
Com investimento superior a R$ 200 milhões, a nova unidade é considerada a mais moderna e ampla do estado do Rio Grande do Norte  |   BNews RN - Divulgação Carmem Félix/GovRN
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 09/04/2026, às 14h11



As construções do Hospital Metropolitano do Rio Grande do Norte, que fica no bairro Emaús, em Parnamirim, na Grande Natal, já começaram. Em uma visita técnica ao local da obra nesta quinta-feira (9), os secretários estaduais de Infraestrutura, Gustavo Coelho, e de Saúde, Alexandre Motta, inspecionaram o avanço das atividades, que iniciaram há aproximadamente 30 dias.

Com investimento superior a R$ 200 milhões, a nova unidade é considerada a mais moderna e ampla do estado. O projeto integra o Novo PAC do Governo Federal e foi apontado como uma das prioridades da gestão da governadora Fátima Bezerra.

Estrutura promete desafogar hospitais e ampliar atendimento

A unidade terá capacidade para 350 leitos voltados a diversas especialidades, com foco em atendimentos de alta complexidade.

O modelo contará com internamento verticalizado e setores administrativos separados. A expectativa é que o hospital atenda tanto a Grande Natal quanto pacientes de todo o estado. De acordo com Alexandre Motta, a nova estrutura deve reduzir a sobrecarga em unidades já existentes.

Ele destacou também que o Hospital Metropolitano deverá assumir os casos mais complexos, enquanto o Hospital Walfredo Gurgel passará a atuar como unidade de suporte.

Obra avança e deve ser concluída em dois anos

Neste momento, os trabalhos estão concentrados na terraplenagem e organização do canteiro de obras.

A etapa de fundações deve começar em breve. De acordo com Gustavo Coelho, o projeto foi elaborado com alto padrão técnico e foco em inovação.

O prazo estimado para entrega completa do hospital é de aproximadamente dois anos.

Construção impulsiona economia e gera empregos

Além dos impactos na saúde pública, a obra também movimenta a economia local. A cadeia da construção civil já está sendo beneficiada, incluindo fornecedores, transporte e serviços.

A previsão é que mais de 200 trabalhadores atuem diretamente no pico das atividades.

O número de empregos indiretos tende a ser ainda maior, ampliando o impacto econômico na região.

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