Política
Publicado em 27/06/2026, às 12h53 Foto: Reprodução Mayane Bezerra
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para comentar uma reportagem que cita o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em negociações envolvendo o Banco Master.
Na publicação, Carlos compartilhou uma imagem da reportagem do jornal Estado de Minas, que afirma que Lulinha teria atuado como assessor de um fundo interessado na compra da instituição financeira. Segundo a matéria, ele foi contratado para aproximar a relação do grupo com o governo federal.
Ao comentar o assunto, o vereador questionou a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e comparou a situação às investigações realizadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ameaças da PGR falando sobre apreensão de passaporte, helicópteros sobrevoando a casa do Lula, policiais federais fortemente armados para vasculhar a casa do Lula, buscas e apreensões, peritos e imprensa alvoroçados explorando o caso, prisões preventivas?", escreveu.
Na sequência, Carlos respondeu ao próprio questionamento afirmando que isso não aconteceria e voltou a criticar as investigações envolvendo o pai.
"Óbvio que não! Não foi por invenção da imprensa por falsificação de cartão de vacina, nem por jornalista tabelando com sistema para forçar prisão de perseguido político que não cometeu crime algum", publicou.
A postagem foi feita após a repercussão da reportagem sobre a atuação de Lulinha junto ao fundo citado na negociação envolvendo o Banco Master. Até o momento, não houve manifestação pública do governo federal ou de Fábio Luís Lula da Silva sobre a publicação de Carlos Bolsonaro.