Polícia
Publicado em 04/03/2026, às 17h59 Reprodução: Internet Jussier Lucas
A Polícia Federal informou na noite desta quarta-feira (4) que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, um dos presos na Operação Compliance Zero, atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia na Superintendência Regional da corporação em Minas Gerais.
Segundo nota oficial da PF, Mourão foi socorrido imediatamente por agentes que estavam no local, após a tentativa ser identificada. Os policiais iniciaram procedimentos de reanimação e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que deu continuidade ao atendimento ainda na unidade policial.
O custodiado sobreviveu e foi encaminhado a uma unidade hospitalar para avaliação e acompanhamento médico. O estado de saúde não foi detalhado até a última atualização.
Leia também:
- Esquema do Master no RN: o rastro de destruição de Daniel Vorcaro que chegou ao estado
- Escândalo explosivo: Vorcaro invadiu sistemas da Polícia Federal e planejou sequestrar jornalista
- Plano de intimidação? Saiba o que levou o dono do Banco Master de volta à prisão
- Saiba por que Vorcaro foi realmente preso: todos os detalhes do escândalo do caso Banco Master
Gabinete de André Mendonça foi comunicado
De acordo com informações confirmadas pela corporação, o gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, foi comunicado imediatamente após o ocorrido. A Polícia Federal também informou que entregará todos os registros em vídeo que mostram a dinâmica da situação.
Ainda conforme a PF, será instaurado procedimento interno para apurar as circunstâncias do fato.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão foi preso na nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, apontado como dono do Banco Master. As investigações apuram a existência de um suposto grupo destinado a intimidar e ameaçar desafetos.
No despacho que determinou as prisões, o ministro André Mendonça mencionou diálogos atribuídos aos investigados, que indicariam discussões sobre simulação de crimes e ameaças a terceiros. O caso segue sob investigação.