Polícia
Publicado em 28/07/2026, às 10h44 Reprodução Lavínia Manso
Um homem de 47 anos foi preso preventivamente na noite desta segunda-feira, 27, em Natal, suspeito de integrar um esquema de importação e comercialização ilegal de anabolizantes e medicamentos de origem estrangeira. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Receita Federal do Brasil (RFB), após investigações que apontaram o suspeito como principal destinatário de uma carga irregular apreendida neste ano.
A prisão é resultado de uma investigação iniciada em fevereiro de 2026, quando uma carga de anabolizantes e medicamentos irregulares, avaliada em aproximadamente R$ 480 mil, foi apreendida na capital potiguar. Na ocasião, um integrante do grupo criminoso foi preso em flagrante por receber o material.
Segundo as investigações, o avanço das diligências permitiu identificar o homem preso nesta segunda-feira como o principal beneficiário dos produtos introduzidos de forma irregular no país.
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De acordo com a Polícia Civil do RN, a prisão foi possível graças ao compartilhamento de informações entre a PRF, a Receita Federal do Brasil (RFB) e a própria corporação, que atuaram de forma integrada durante toda a apuração.
As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso e esclarecer a dimensão das atividades ilegais relacionadas à importação e comercialização clandestina de medicamentos e substâncias de uso controlado.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, transferido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil destacou que a atuação conjunta entre as forças de segurança e os órgãos de fiscalização é essencial para combater a entrada ilegal de medicamentos no país e reduzir os riscos à saúde pública provocados pela circulação de produtos sem controle.
A corporação também reforçou que denúncias que possam contribuir com investigações podem ser feitas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.