Polícia
Publicado em 13/10/2026, às 14h58 Imagem ilustrativa: Reprodução/PMRN José Nilton Jr.
Na última segunda-feira (12), a Polícia Militar do Rio Grande do Norte localizou e interceptou um homem suspeito de retirar irregularmente há seis meses a própria filha de uma escola em Brasília. A ocorrência foi comunicada pelo Conselho Tutelar, que alertou as autoridades sobre a possível retirada indevida da criança e a necessidade de verificar a situação. O suspeito foi encontrado em Equador, município que fica no interior do estado.
Após receber as informações, a equipe policial de plantão iniciou diligências para encontrar a menina e esclarecer as circunstâncias do caso. Durante as buscas, os militares localizaram o homem e realizaram a abordagem.
Segundo as informações apuradas pelas autoridades, o pai não possuía a guarda legal da criança. A investigação também apontou que ele teria retirado a menina de uma escola em Brasília há aproximadamente seis meses, sem autorização para permanecer com ela.
Durante a apuração inicial, as autoridades identificaram informações sobre antecedentes do homem, incluindo registros de acusações de abuso sexual e violência doméstica. Esses dados reforçaram a preocupação com a segurança da criança e a necessidade de adoção de medidas de proteção.
A localização da menina permitiu que os órgãos envolvidos verificassem a situação e encaminhassem o caso para as providências legais cabíveis. A atuação conjunta da Polícia Militar e do Conselho Tutelar foi fundamental para a abordagem e o encaminhamento dos envolvidos.
O caso deverá ser analisado pelas autoridades competentes, que poderão avaliar as circunstâncias da retirada da criança, a situação da guarda e as medidas necessárias para garantir sua proteção.
Após a ocorrência, o homem e a criança foram conduzidos à delegacia pela Polícia Militar, com acompanhamento do Conselho Tutelar. A Polícia Civil ficou responsável por dar continuidade aos procedimentos legais e apurar os fatos.
As circunstâncias da retirada da menina da escola em Brasília e sua permanência com o pai deverão ser esclarecidas no decorrer da investigação.
Até que haja conclusão da apuração, as informações sobre o caso devem ser tratadas como suspeitas e relatos preliminares, sem antecipar eventual responsabilização criminal do homem.