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Publicado em 29/04/2026, às 13h58 Divulgação/Sindsaúde-RN José Nilton Jr.
Na manhã da última terça-feira (28), profissionais da saúde, da segurança pública e de outras áreas da administração estadual realizaram uma manifestação unificada em frente à sede do governo do Rio Grande do Norte.
O ato cobrou a implementação da recomposição salarial de 4,26%, prevista para abril de 2026 com base em acordo firmado anteriormente com o Executivo estadual. Durante o protesto, representantes sindicais participaram de reunião com integrantes do governo.
O encontro contou com a presença da secretária da Secretaria de Estado da Administração do Rio Grande do Norte, Jane Carmen, além do procurador-geral do Estado, José Santana.
Na reunião, o governo confirmou que não conseguiu implementar o reajuste em abril.
De acordo com a gestão, a medida foi inviabilizada pela queda na arrecadação estadual.
A nova previsão é que a recomposição seja aplicada a partir de maio de 2026.
Apesar do anúncio, ainda não há definição sobre o pagamento retroativo referente ao mês de abril.
O procurador-geral informou que irá discutir o tema com o Comitê de Eficiência e Gestão.
Uma nova reunião entre governo e sindicatos foi marcada para o dia 5 de maio, às 10h.
Durante o encontro, entidades sindicais criticaram a condução das negociações.
Representantes do Fórum dos Servidores apontaram que informações foram divulgadas previamente à imprensa.
Para as categorias, a atitude demonstra desrespeito e tentativa de enfraquecer a mobilização.
Diante da indefinição, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde) convocou assembleia.
Após a reunião com a base, foi aprovada uma paralisação de 24 horas.
O movimento está marcado para o dia 5 de maio, mesma data da próxima rodada de negociação.
Os servidores exigem um cronograma para o pagamento retroativo. Também cobram o cumprimento integral do acordo firmado em 2024.
A mobilização deve reunir diversas categorias do funcionalismo estadual.