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Publicado em 27/10/2026, às 12h50 Augusto César/SEAP José Nilton Jr.
Três unidades prisionais do Rio Grande do Norte receberam novas esteiras de raio-X para reforçar a fiscalização e dificultar a entrada de celulares, armas, drogas e outros materiais proibidos. Os equipamentos foram doados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em um investimento total de R$ 1.041.000.
Foram contempladas a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, a Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga e a Cadeia Pública de Ceará-Mirim. Cada uma recebeu dois aparelhos, um de maior capacidade, destinado à inspeção de volumes grandes, e outro menor, voltado à verificação de alimentos, embalagens e objetos transportados por visitantes.
A tecnologia funciona de maneira semelhante à utilizada em aeroportos, permitindo que os policiais penais examinem o conteúdo de bolsas, sacolas e outros volumes por meio de imagens, sem precisar abrir cada embalagem manualmente.
Com os novos equipamentos, a expectativa é tornar as inspeções nas portarias mais rápidas e eficientes, mantendo o rigor necessário para o controle de entrada de pessoas e materiais nos presídios.
Os aparelhos ajudam a identificar objetos que possam representar riscos à segurança, incluindo dispositivos eletrônicos, armas, drogas e outros itens cuja entrada não é permitida. A medida também busca ampliar as condições de trabalho dos policiais penais e reforçar a proteção de servidores, visitantes e pessoas privadas de liberdade.
A incorporação dos equipamentos integra as ações de modernização do Sistema Penitenciário do Rio Grande do Norte, com investimentos em tecnologia e aperfeiçoamento dos procedimentos operacionais.
A entrega dos aparelhos faz parte da cooperação entre o Governo do Rio Grande do Norte e o Governo Federal para fortalecer a estrutura da Polícia Penal.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP/RN), o uso de recursos tecnológicos é considerado importante para aprimorar a fiscalização e ampliar a capacidade de prevenção a ameaças no ambiente prisional.
A secretaria também destaca que os equipamentos devem atuar em conjunto com a capacitação dos servidores e o aperfeiçoamento das rotinas de segurança adotadas nas unidades do estado.