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Publicado em 18/11/2025, às 08h13 Reprodução/Pexels Marina Gonçalves
O Nataljá está chegando e, para muita gente, é uma das datas mais especiais do ano, pois representa momentos de encontro com a família, troca de presentes e celebração em torno de uma mesa repleta de alimentos típicos da época.
No entanto, se você já está planejando a ceia deste ano, é importante ficar atento aos preços dos itens tradicionais de Natal, que sofreram aumentos significativos.
Segundo o portal O Tempo, a ceia deste ano deve pesar mais no bolso em Belo Horizonte, já que uma pesquisa do Mercado Mineiro em supermercados e lojas do Mercado Central aponta aumento em vários alimentos típicos em comparação a novembro de 2024.
Entre os itens que mais pesam no bolso nesta temporada, a castanha-do-Pará inteira lidera o ranking. O quilo, que custava cerca de R$ 111, passou para R$ 185, um aumento de quase 66%.
Logo atrás vem o damasco seco, que também registrou alta considerável, subindo de R$ 95 para R$ 131, com um salto de 41%. Os doces típicos também não ficaram de fora deste aumento. Um exemplo é o panetone da marca Aymoré, de 500g, que passou de R$ 19,99 para R$ 25,86, com um aumento de quase 30%.
Ainda segundo o portal, a boa notícia é que alguns alimentos típicos de Natal apresentaram queda nos preços na pesquisa. Frutas como a ameixa nacional, por exemplo, caiu de R$ 28,80 para R$ 20,80, uma economia de quase 28%, enquanto a ameixa importada teve redução de 13,16%, passando de R$ 32,68 para R$ 28,38.
O pêssego também deu uma aliviada no orçamento, caindo de R$ 20,85 para R$ 17,18, assim como a famosa uva Itália, que teve queda de 25,42%, indo de R$ 36,92 para R$ 27,53.
Entre os itens mais caros da ceia, alguns clássicos também surpreenderam com queda de preço. É o caso do bacalhau do Porto, que antes custava R$ 195,43 e caiu para R$ 173,92, uma redução de 11%.
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