Política
Publicado em 28/02/2026, às 11h36 Mayane Lins
Um ato em apoio à Polícia Federal e contra o Banco Master foi realizado em Natal, destacando a preocupação com um escândalo que pode afetar diversas esferas do poder público. O vereador Matheus Faustino enfatizou a importância da autonomia nas investigações e a necessidade de acompanhamento pela sociedade.
Durante a manifestação, críticas foram direcionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e aos ministros do STF, além de menções ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, que está ligado a investigações em andamento. O caso do Banco Master é visto como um símbolo de uma crise que pode impactar a política nacional.
Faustino afirmou que a sociedade deve exigir investigações livres de interferências políticas, ressaltando a necessidade de transparência nas apurações. A Polícia Federal ainda não se pronunciou sobre o ato, que ocorreu em sua sede no Rio Grande do Norte.
O vereador de Natal Matheus Faustino reuiniu, nesta sexta-feira (27), de um ato em frente à sede da Polícia Federal, no bairro Lagoa Nova, em Natal. A mobilização reuniu manifestantes que disseram estar no local para demonstrar apoio à PF e, ao mesmo tempo, protestar contra o caso envolvendo o Banco Master, que vem sendo apontado por grupos políticos como um escândalo de grandes proporções.
Durante a manifestação, foram citados como alvos de críticas o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, além dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O grupo também mencionou o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, cujo nome passou a circular em meio aos debates e investigações ligados à CPMI do INSS, onde houve aprovação de requerimento para quebra de sigilo com finalidade de apuração.
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Ao comentar o ato, Faustino afirmou que a intenção foi reforçar, publicamente, a importância de garantir autonomia aos investigadores. Para ele, a sociedade precisa acompanhar de perto o andamento das apurações e cobrar que o trabalho seja conduzido “sem interferência política”.
“A sociedade civil precisa mostrar que quer ver tudo investigado com total liberdade, sem pressão ou interferências que atrapalhem o trabalho da Polícia Federal”, declarou o vereador.
O caso do Banco Master tem sido usado por apoiadores do protesto como símbolo de uma crise com potencial para atingir diferentes esferas do poder público. A Polícia Federal, até o momento, não se manifestou sobre o ato realizado em frente à superintendência no RN.
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