Política

Nikolas Ferreira passa a usar colete à prova de balas durante a “Caminhada da Liberdade”

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A decisão de usar colete à prova de balas foi tomada após informações sobre possíveis ameaças de violência ao parlamentar.  |   BNews RN - Divulgação Imagem: reprodução

Publicado em 24/01/2026, às 20h25   Mayane Lins



O deputado federal Nikolas Ferreira começou a usar colete à prova de balas durante a 'Caminhada da Liberdade' após receber orientações de segurança devido a ameaças de violência contra ele.

A caminhada, que teve início em Paracatu e se dirige a Brasília, é uma mobilização que visa protestar contra as punições relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, segundo o parlamentar.

O evento, que já está em seu sexto dia, espera chegar à capital federal neste domingo, reunindo apoiadores e aliados políticos ao longo do percurso.

Resumo gerado por IA

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) passou a utilizar colete à prova de balas neste sábado (24), durante a participação na chamada “Caminhada da Liberdade”. A decisão foi tomada após orientação da equipe de segurança que acompanha o parlamentar ao longo do ato.

Segundo a assessoria, a recomendação ocorreu após a circulação de informações sobre possíveis ameaças de violência dirigidas ao deputado. Como medida preventiva, a equipe optou por reforçar os cuidados com a segurança pessoal de Nikolas durante o percurso.

Este é o sexto dia da caminhada organizada pelo parlamentar, que teve início na última segunda-feira (19), no município de Paracatu, em Minas Gerais. A mobilização reúne apoiadores e aliados políticos em um trajeto a pé com destino à capital federal.

Na tarde deste sábado, o grupo passava pela região de Santa Maria, no Distrito Federal, nas proximidades da chamada Estátua do Chifrudo. A expectativa é de que os participantes cheguem a Brasília neste domingo (25).

A “Caminhada da Liberdade” foi idealizada por Nikolas Ferreira como forma de protesto contra as condenações relacionadas aos atos antidemocráticos registrados em 8 de janeiro. Segundo o deputado, a iniciativa busca chamar atenção para o que classifica como excessos nas punições aplicadas aos envolvidos.

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