Política
Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, comentou em suas redes sociais uma reportagem que liga Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, a negociações envolvendo o Banco Master, levantando questões sobre a atuação da Procuradoria-Geral da República.
A reportagem do Estado de Minas sugere que Lulinha atuou como assessor de um fundo interessado na compra do banco, buscando estreitar laços com o governo federal, o que gerou críticas de Carlos em relação à falta de investigações semelhantes às que ocorreram contra seu pai, Jair Bolsonaro.
Apesar da repercussão, não houve resposta oficial do governo federal ou de Lulinha sobre as alegações feitas por Carlos Bolsonaro, que continuou a criticar as investigações relacionadas ao ex-presidente.
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para comentar uma reportagem que cita o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em negociações envolvendo o Banco Master.
Na publicação, Carlos compartilhou uma imagem da reportagem do jornal Estado de Minas, que afirma que Lulinha teria atuado como assessor de um fundo interessado na compra da instituição financeira. Segundo a matéria, ele foi contratado para aproximar a relação do grupo com o governo federal.
Ao comentar o assunto, o vereador questionou a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e comparou a situação às investigações realizadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ameaças da PGR falando sobre apreensão de passaporte, helicópteros sobrevoando a casa do Lula, policiais federais fortemente armados para vasculhar a casa do Lula, buscas e apreensões, peritos e imprensa alvoroçados explorando o caso, prisões preventivas?", escreveu.
Na sequência, Carlos respondeu ao próprio questionamento afirmando que isso não aconteceria e voltou a criticar as investigações envolvendo o pai.
"Óbvio que não! Não foi por invenção da imprensa por falsificação de cartão de vacina, nem por jornalista tabelando com sistema para forçar prisão de perseguido político que não cometeu crime algum", publicou.
A postagem foi feita após a repercussão da reportagem sobre a atuação de Lulinha junto ao fundo citado na negociação envolvendo o Banco Master. Até o momento, não houve manifestação pública do governo federal ou de Fábio Luís Lula da Silva sobre a publicação de Carlos Bolsonaro.
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