Política

Canal de Lula no WhatsApp chega a 7 milhões de seguidores às vésperas do segundo turno

Reprodução: Internet
Enquanto o Exército do Lula cresce rapidamente no WhatsApp, a Tropa do Flávio também registra aumento, mas com apenas 2 milhões de inscritos  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: Internet
Redação

por Redação

[email protected]

Publicado em 22/10/2026, às 08h59



O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou a marca de 7 milhões de seguidores nesta quarta-feira (21). No mesmo período, a “Tropa do Flávio”, criada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para mobilizar apoiadores do senador Flávio Bolsonaro (PL), contabilizava cerca de 2 milhões de inscritos.

Os números foram registrados a quatro dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

O crescimento dos dois canais ocorre na reta final da campanha eleitoral, quando as equipes dos candidatos intensificam as estratégias de comunicação digital para alcançar eleitores e ampliar a circulação de mensagens políticas. As plataformas são utilizadas para compartilhar conteúdos relacionados à disputa presidencial e mobilizar apoiadores nas redes sociais.

A diferença entre os números de seguidores também aumentou ao longo de outubro. Enquanto o canal ligado a Janones registrou uma expansão mais acentuada no período, a iniciativa associada à campanha de Flávio Bolsonaro também apresentou crescimento.

Os dados, no entanto, representam o total de inscritos em cada canal e não permitem determinar, isoladamente, o alcance efetivo das publicações ou a intenção de voto dos participantes.

Canal “Exército do Lula” cresce de 3,7 milhões para 7 milhões

Os números registrados ao longo de outubro mostram a evolução da audiência do “Exército do Lula”. Em 12 de outubro, o canal reunia aproximadamente 3,7 milhões de seguidores. Cinco dias depois, em 17 de outubro, a quantidade de inscritos chegou a 5 milhões.

O crescimento continuou nos dias seguintes. Na noite de terça-feira (20), o canal ultrapassou a marca de 6 milhões de seguidores e, na quarta-feira (21), atingiu 7 milhões.

A página é administrada pelo deputado federal André Janones, que utiliza o canal como ferramenta de comunicação política e mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A ampliação da audiência ocorre durante a última semana de campanha antes da votação decisiva, período em que as redes sociais e os aplicativos de mensagens são utilizados para distribuir informações, divulgar posicionamentos e estimular a participação dos apoiadores nas atividades eleitorais.

“Tropa do Flávio” reúne cerca de 2 milhões de seguidores

O canal “Tropa do Flávio”, criado pelo deputado federal Nikolas Ferreira, reunia aproximadamente 2 milhões de seguidores nesta quarta-feira (21). A iniciativa é voltada à mobilização de apoiadores do senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da eleição presidencial.

Em 12 de outubro, o canal contabilizava cerca de 1,4 milhão de inscritos. Na comparação com o número registrado nove dias depois, a audiência aumentou em aproximadamente 600 mil seguidores.

Os dados indicam que as duas iniciativas ampliaram suas bases de inscritos durante outubro, embora em ritmos diferentes. No recorte informado, o “Exército do Lula” passou de 3,7 milhões para 7 milhões de seguidores, enquanto a “Tropa do Flávio” avançou de 1,4 milhão para cerca de 2 milhões.

Canais de WhatsApp são usados para mobilização política

Os canais de WhatsApp se tornaram ferramentas de distribuição de conteúdo para campanhas, parlamentares e grupos políticos. O formato permite divulgar mensagens a um grande número de seguidores, incluindo informações sobre candidatos, posicionamentos políticos e atividades relacionadas à campanha eleitoral.

No contexto do segundo turno, essas ferramentas ajudam a ampliar a circulação de conteúdos entre apoiadores e a manter a comunicação direta com públicos interessados na disputa presidencial.

Apesar dos números expressivos, a quantidade de inscritos não deve ser interpretada automaticamente como medida de apoio eleitoral. O total de seguidores não revela quantas pessoas visualizam efetivamente as mensagens, participam das mobilizações ou pretendem votar em determinado candidato.

Da mesma forma, a audiência de um canal não corresponde necessariamente ao número de eleitores únicos alcançados, já que uma mesma pessoa pode acompanhar diferentes canais e perfis políticos.

Com a votação marcada para domingo (25), os números registrados nesta quarta-feira mostram a dimensão das audiências reunidas pelas duas iniciativas digitais na reta final da campanha presidencial.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Whatsapp floating

Receba as notificações pelo Whatsapp

Quero me cadastrar Close whatsapp floating