Política

"Cadê a sororidade?": Influenciadora reage à proibição de mulheres trans em banheiros femininos

Reprodução/Youtube
A influenciadora Léo Áquilla critica a proibição do uso de banheiros femininos por mulheres trans e questiona a falta de sororidade  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Youtube

Publicado em 10/06/2026, às 09h07   Malu Machado



A jornalista, influenciadora digital e pré-candidata a deputada estadual Leonora Áquilla (Léo Áquilla) reacendeu o debate nacional sobre o uso de banheiros femininos por mulheres trans após declarações polêmicas em entrevista. 

No posicionamento, a influenciadora classificou como “absurda” a tentativa de proibir o acesso desse público aos espaços de identificação de gênero e questionou: “Cadê a sororidade?”.

Segundo Léo Áquilla, o tema ultrapassa as discussões de gabinete político e gera um impacto doloroso e silencioso no cotidiano. Ela revelou que muitas mulheres trans chegam a evitar beber água quando estão fora de casa apenas para não passar pelo constrangimento ou pelo risco de hostilização ao utilizar banheiros públicos.

Falta de dados sobre insegurança

A influenciadora também contestou frontalmente o argumento frequentemente usado por grupos conservadores de que a presença de mulheres trans colocaria em risco a segurança das mulheres cisgênero (que se identificam com o sexo biológico de nascimento) nesses espaços. 

De acordo com a pré-candidata, não existem dados estatísticos ou relatórios de segurança pública que sustentem essa associação.

A declaração gerou forte repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre internautas e trazendo de volta aos holofotes uma pauta que segue em constante disputa legislativa e judicial no Brasil. Assista:

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