Política
Publicado em 14/03/2026, às 10h46 Mayane Lins
A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro em um hospital de Brasília gerou reações intensas nas redes sociais, não apenas pela sua saúde, mas também por um vídeo de uma jornalista que provocou críticas sobre a falta de sensibilidade na cobertura do evento.
O vídeo, que mostra a jornalista Ranielly Veloso brincando com colegas durante a cobertura, foi interpretado por alguns como inadequado, considerando a gravidade da situação, enquanto outros defenderam que é uma prática comum entre jornalistas em longas coberturas.
As reações nas redes sociais refletem um debate sobre a ética na cobertura jornalística em momentos críticos, destacando a necessidade de equilíbrio entre a descontração e a seriedade em temas de grande impacto político e emocional.
A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília, acabou provocando uma onda de reações nas redes sociais nesta sexta-feira. O motivo não foi apenas o estado de saúde do ex-presidente, mas também um vídeo gravado por uma jornalista durante a cobertura em frente à unidade hospitalar.
Enquanto equipes de imprensa acompanham a movimentação no hospital, um vídeo gravado pela jornalista Ranielly Veloso, da CBN, começou a circular nas redes. Nas imagens, ela mostra colegas de profissão reunidos na porta da unidade e comenta: “o sextou do jornalista, ô felicidade”. O registro, aparentemente feito em um momento de descontração fora das transmissões ao vivo, rapidamente ganhou repercussão.
Veja o vídeo:
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Para parte do público, a fala foi interpretada como inadequada diante da gravidade do quadro clínico do ex-presidente. Usuários nas redes sociais criticaram a postura e afirmaram que, em situações delicadas como essa, a cobertura jornalística exige sobriedade e sensibilidade, já que envolve um tema de forte repercussão política e emocional.
Outros internautas, no entanto, ponderaram que o vídeo mostra apenas um recorte de bastidores de uma cobertura longa, algo comum no cotidiano de profissionais que passam horas acompanhando acontecimentos em frente a hospitais ou sedes de órgãos públicos. Para esse grupo, o episódio não necessariamente representa desrespeito à situação.
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