Polícia
Um homem de 36 anos foi preso em João Pessoa, suspeito de aplicar um golpe de R$ 70 mil contra uma família em Parnamirim, em uma operação conjunta das polícias do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
O suspeito se apresentou como intermediador na venda de um veículo, conquistou a confiança da família e solicitou a transferência do automóvel antes do pagamento, que nunca foi realizado.
Com um histórico de fraudes em negociações de veículos, o homem permanece preso enquanto as investigações continuam para apurar outros possíveis crimes.
Um homem de 36 anos foi preso em João Pessoa (PB), suspeito de aplicar um golpe de aproximadamente R$ 70 mil contra uma família de Parnamirim, na Grande Natal. A prisão preventiva foi realizada em uma operação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
O investigado foi localizado em um estabelecimento de venda de veículos no bairro Água Fria, na capital paraibana. Após a prisão, ele foi conduzido à delegacia e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito se ofereceu para intermediar a venda de um veículo pertencente à família. Durante a negociação, ele teria conquistado a confiança das vítimas e solicitado que a transferência da propriedade do automóvel fosse realizada antes da conclusão do pagamento.
De acordo com as investigações, o homem afirmou que o valor seria quitado por meio de uma carta de crédito no prazo de até 30 dias. Acreditando na promessa, a família autorizou a transferência do veículo.
No entanto, conforme a polícia, o automóvel acabou sendo repassado a terceiros e os proprietários nunca receberam o pagamento.
A Polícia Civil estima que o prejuízo causado às vítimas seja de cerca de R$ 70 mil. As investigações apontam que, mesmo após sucessivas cobranças, o suspeito apresentou diferentes justificativas para adiar o pagamento e permaneceu sem quitar a dívida por mais de um ano e meio.
Ainda segundo a corporação, o homem possui histórico de investigações, ações judiciais e condenação criminal por fraudes envolvendo negociações de veículos. O modo de atuação consistia, segundo a polícia, em se apresentar como comerciante ou intermediador de automóveis, conquistar a confiança das vítimas e, depois de receber bens ou valores, deixar de cumprir os acordos firmados.
As investigações sobre o caso continuam.
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