Polícia

Servidora é encontrada desacordada e com sangramento dentro de delegacia; caso é investigado como estupro

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Uma servidora pública foi encontrada desacordada e com sinais de violência na Delegacia Geral da Polícia Civil do Piauí, em Teresina  |   BNews RN - Divulgação Divulgação/PCPI
Jussier Lucas

por Jussier Lucas

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Publicado em 23/03/2026, às 19h50



Uma servidora pública foi encontrada desacordada e com sinais de violência na Delegacia Geral da Polícia Civil do Piauí, levando à prisão preventiva de um prestador de serviço terceirizado que trabalhava no local. O caso é tratado como estupro e ocorreu durante o horário de almoço, quando o fluxo de pessoas era reduzido.

A vítima foi socorrida e permanece internada em estado grave na UTI, enquanto a polícia investiga as circunstâncias do crime. O suspeito apresentou versões contraditórias, inicialmente negando o envolvimento e depois alegando que o ato foi consensual, o que é contestado pelas investigações.

A polícia solicitou exames toxicológicos para verificar se a vítima foi dopada e apreendeu os celulares do suspeito e da servidora para análise. O caso continua sob investigação, com a polícia apurando o histórico do suspeito e solicitando sua demissão, enquanto a vítima aguarda condições para prestar depoimento.

Resumo gerado por IA

Uma servidora pública foi encontrada desacordada e com sinais de violência dentro da Delegacia Geral da Polícia Civil do Piauí, em Teresina, na última quinta-feira (19). O caso é investigado como estupro e resultou na prisão preventiva de um prestador de serviço terceirizado que trabalhava no local.

De acordo com a polícia, a vítima foi localizada em uma sala do prédio durante o horário de almoço, quando o fluxo de servidores era reduzido. Uma funcionária que retornou ao ambiente encontrou o suspeito saindo do local e, ao entrar, percebeu a servidora desacordada e com sangramento.

A mulher foi socorrida e encaminhada para atendimento médico, permanecendo internada em estado grave em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A Polícia Civil trata o caso com prioridade e investiga as circunstâncias do crime ocorrido dentro de uma unidade pública.

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Suspeito apresenta versões contraditórias e tenta culpar vítima

Segundo o delegado-geral Luccy Keiko, o suspeito apresentou versões conflitantes durante depoimento. Inicialmente, negou envolvimento, mas posteriormente admitiu o ato sexual, alegando que teria sido consensual — versão contestada pelas investigações.

A polícia solicitou exames toxicológicos para apurar se a vítima foi dopada antes do crime. Além disso, os celulares do suspeito e da servidora foram apreendidos para análise.

O homem foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. Ele atuava como terceirizado desde 2018 e havia sido transferido recentemente para a sede da Delegacia Geral.

Outro ponto investigado é a abordagem feita pelo suspeito à filha da vítima, com perguntas íntimas, antes mesmo de ela saber o que havia ocorrido.

A Polícia Civil do Piauí também apura o histórico do suspeito e solicitou sua demissão da função. O caso segue sob investigação, enquanto a vítima permanece hospitalizada e aguarda condições de prestar depoimento.

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