Polícia
Movimentações financeiras atípicas envolvendo Virginia Fonseca e empresas associadas a ela estão sob investigação da Polícia Federal, após relatórios do Coaf indicarem operações suspeitas com valores milionários.
Entre as investigações, destaca-se uma empresa que recebeu R$ 22,4 milhões, com R$ 21,4 milhões transferidos via PIX, além de movimentações da We Pink, que apresentam discrepâncias em relação ao faturamento declarado.
A defesa de Virginia afirma que todas as operações foram informadas aos órgãos competentes, enquanto a We Pink já enfrentou fiscalizações anteriores e a influenciadora recentemente se tornou alvo de críticas nas redes sociais.
Movimentações financeiras consideradas atípicas colocaram empresas ligadas à influenciadora Virginia Fonseca no radar da Polícia Federal. Segundo informações divulgadas pela revista piauí e repercutidas por O Globo, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontaram operações suspeitas envolvendo valores milionários e empresas associadas à influenciadora digital.
Virginia, que possui uma das maiores audiências do país nas redes sociais, não foi indiciada na CPI das Bets, encerrada em 2025. Apesar disso, documentos analisados pela PF mantiveram o alerta sobre operações financeiras relacionadas aos negócios da empresária.
Entre os pontos investigados está uma empresa da qual também participa o cantor Zé Felipe. De acordo com os relatórios, a companhia recebeu R$ 22,4 milhões, sendo que R$ 21,4 milhões teriam sido transferidos por meio de dezenas de operações via PIX.
As investigações apontam que os depósitos partiram de uma empresa localizada em Santa Catarina, instalada em uma estrutura considerada incompatível com o volume financeiro movimentado. A Polícia Federal trata as operações como indícios de possíveis irregularidades fiscais e financeiras.
Outro ponto citado nos documentos envolve a We Pink, marca de cosméticos e suplementos ligada à influenciadora. Segundo a apuração, movimentações bancárias da empresa apresentariam valores incompatíveis com o faturamento oficialmente declarado.
A defesa de Virginia Fonseca afirmou que não houve ilegalidade e declarou que todas as operações financeiras foram devidamente informadas aos órgãos competentes.
A reportagem também aborda a formação da empresa We Pink. Segundo a publicação, o empreendimento teria origem em uma sociedade anterior ligada à Pink Lash, empresa do setor de estética.
O texto cita ainda que uma das investidoras iniciais do negócio seria Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC” e viúva de um homem apontado como integrante de facção criminosa em Santos. Conforme a reportagem, ela teria relatado que recursos utilizados no início da operação teriam origem ligada ao crime organizado.
Posteriormente, os antigos sócios teriam deixado a sociedade e criado a We Pink ao lado de novos investidores. Atualmente, Virginia aparece como uma das sócias da marca.
Além da investigação financeira, a We Pink também já foi alvo de ações do Ministério Público de Goiás e de fiscalizações sanitárias após reclamações de consumidores.
Em uma das operações, um galpão da empresa chegou a ser interditado pela Vigilância Sanitária devido a irregularidades apontadas pelos fiscais.
A divulgação da reportagem ocorreu dias após Virginia Fonseca voltar a repercutir nas redes sociais ao ser vaiada no Maracanã durante um jogo da Seleção Brasileira.
Após o episódio, a influenciadora afirmou ter se sentido exposta e constrangida publicamente. Em publicação nas redes sociais, ela declarou estar cansada dos julgamentos e da pressão envolvendo sua imagem pública.
Classificação Indicativa: Livre
Modo Karaokê
som poderoso
Notebook Poderoso
famoso copo
Smartwatch top