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Polícia ouve mais um adolescente suspeito de maus-tratos que mataram cão em SC

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Delegacia Especializada do Adolescente investiga caso de maus-tratos que resultou na morte do cão Orelha em Santa Catarina.  |   BNews RN - Divulgação Imagem: Reprodução

Publicado em 31/01/2026, às 19h13   Mayane Lins



A Polícia Civil de Santa Catarina investiga adolescentes suspeitos de maus-tratos que levaram à morte do cão Orelha em Florianópolis, com a apuração sob responsabilidade da Delegacia Especializada do Adolescente.

Os relatos indicam que o grupo agrediu o animal, que precisou ser submetido a eutanásia, e também investiga uma tentativa de afogamento de outro cachorro, Caramelo, que sobreviveu.

As investigações buscam individualizar as condutas dos quatro adolescentes envolvidos, seguindo as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente, podendo resultar em medidas socioeducativas, como internação por até três anos.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de Santa Catarina ouviu mais um adolescente suspeito de envolvimento nos maus-tratos que resultaram na morte do cão Orelha, em Florianópolis. A apuração está sob responsabilidade da Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei e segue em andamento.

De acordo com a polícia, até o momento não há indícios de que o crime tenha sido motivado por desafios disseminados em redes sociais. Um outro adolescente ainda será ouvido nos próximos dias, e as diligências continuam para esclarecer a participação de cada envolvido.

Os relatórios policiais apontam que o grupo é suspeito de submeter o animal a uma série de agressões. Em razão da gravidade dos ferimentos, o cão precisou passar por eutanásia. A investigação também apura uma tentativa de afogamento contra um segundo cachorro, identificado como Caramelo, que sobreviveu.

Além dos maus-tratos a animais, a Polícia Civil investiga possíveis atos análogos à depredação de patrimônio e crimes contra a honra direcionados a profissionais que atuam na região da Praia Brava.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, a principal linha de trabalho neste momento é a individualização das condutas atribuídas a cada um dos quatro adolescentes investigados.

Como os suspeitos têm idades entre 12 e 17 anos, o procedimento segue as normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Caso as autorias sejam confirmadas, o relatório final será encaminhado para a instância competente, podendo resultar na aplicação de medidas socioeducativas, incluindo internação por até três anos.

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