Polícia
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte busca Miriam Maciel da Silva, foragida pelo latrocínio do escrivão Sidney Alves Lucas, ocorrido em 2011, que resultou na morte do policial após um saque bancário de R$ 11.500.
As investigações revelaram que o crime se enquadra na modalidade 'saidinha de banco', onde criminosos monitoram clientes após saques, e Miriam é acusada de ser a 'olheira' que repassou informações sobre a vítima.
Três suspeitos já foram condenados pelo crime, mas Miriam permanece foragida, com indícios de que tenha vivido em Pernambuco e outros mandados de prisão em aberto; a polícia solicita informações anônimas através do Disque Denúncia 181.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte divulgou imagens e reforçou o pedido de colaboração da população para localizar Miriam Maciel da Silva, foragida da Justiça pelo crime de latrocínio que vitimou o escrivão Sidney Alves Lucas. O crime ocorreu em 11 de março de 2011, na Zona Norte de Natal.
De acordo com as investigações, o policial civil foi morto após sacar R$ 11.500 em uma agência bancária instalada em um supermercado. Ele foi seguido e abordado em frente à própria residência, na Praça Guarulhos, bairro Lagoa Azul, no conjunto Gramoré. Durante a ação criminosa, a vítima foi alvejada e não resistiu aos ferimentos.
As apurações apontaram que o caso se enquadra na modalidade conhecida como “saidinha de banco”, quando criminosos monitoram clientes após saques para realizar roubos.
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Identificação por câmeras e condenações
A identificação dos envolvidos foi possível após análise de imagens do circuito interno de segurança da agência bancária e do estacionamento do supermercado, que registraram a movimentação suspeita do grupo. Segundo a Polícia Civil, Miriam Maciel teria atuado como “olheira”, acompanhando a movimentação da vítima no momento do saque e repassando informações aos demais integrantes da quadrilha.
À época, três suspeitos foram presos, denunciados e posteriormente condenados. Em janeiro de 2013, os réus receberam sentença pelo assassinato do escrivão. Miriam, apontada como integrante do grupo responsável pelo latrocínio, não foi localizada e permanece foragida.
Informações policiais indicam que ela teria residido por anos no estado de Pernambuco e possui outros registros criminais, além de mandados de prisão em aberto.
A Polícia Civil reforça que informações sobre o paradeiro da foragida podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
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