Polícia
A Polícia Federal do Brasil lançou a Operação Maat para desmantelar uma organização criminosa envolvida no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com atuação em estados do Nordeste, incluindo Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
As investigações, que são um desdobramento da Operação Sol Nascente, revelaram uma rede interestadual que comercializava cocaína e haxixe, utilizando estratégias para ocultar a origem de recursos ilícitos, como contas em nome de terceiros e empresas de fachada.
Estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, e os suspeitos podem enfrentar acusações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com penas severas previstas, enquanto a operação continua em andamento para identificar mais envolvidos.
Uma ofensiva da Polícia Federal do Brasil foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (23) para desarticular uma organização criminosa com atuação no Nordeste.
Batizada de Operação Maat, a ação tem como foco o combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
As investigações apontam que o grupo atuava de forma estruturada em mais de um estado, com ramificações no Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
Mandados são cumpridos em três estados
Ao todo, estão sendo executados 13 mandados de busca e apreensão. No Rio Grande do Norte, dois alvos foram identificados, enquanto a maior parte das diligências ocorre na Paraíba. Também há ações em Pernambuco.
A operação ocorre de forma simultânea nos três estados, com o objetivo de coletar provas e avançar na identificação de outros envolvidos.
Investigação revela rede de distribuição de drogas
De acordo com a Polícia Federal do Brasil, o caso é um desdobramento da Operação Sol Nascente e revelou a existência de uma rede interestadual especializada na negociação, transporte e distribuição de entorpecentes.
Entre as drogas comercializadas pelo grupo estão cocaína e haxixe, que circulavam entre estados do Nordeste.
Celulares apreendidos ajudaram a desmontar esquema
A investigação teve avanço após a prisão do líder da organização criminosa. A análise de dados extraídos de aparelhos celulares permitiu mapear a contabilidade do tráfico e a logística utilizada pelo grupo.
Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizavam estratégias para ocultar a origem do dinheiro ilícito, como:
- Contas bancárias em nome de terceiros
- Empresas de fachada
- Depósitos fracionados
Suspeitos podem responder por vários crimes
Os investigados poderão responder por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos.
As penas, somadas, podem ser elevadas, especialmente em casos que envolvem atuação organizada e movimentação financeira estruturada.
A Operação Maat segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas à medida que as diligências avançam.
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