Polícia

Operação apreende 3,5 mil cigarros eletrônicos avaliados em mais de R$ 500 mil em Natal

Divulgação/Polícia Civil
A operação visa combater a venda clandestina de cigarros eletrônicos, com a Polícia Federal assumindo as investigações  |   BNews RN - Divulgação Divulgação/Polícia Civil
Lavínia Manso

por Lavínia Manso

Publicado em 18/09/2026, às 06h32



Uma operação integrada apreendeu 3.576 cigarros eletrônicos, avaliados em mais de R$ 500 mil, e prendeu um homem de 35 anos em flagrante nesta quinta-feira (17), no bairro Tirol, em Natal. A ação, batizada de Operação Névoa, foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Receita Federal do Brasil (RFB), para combater a comercialização clandestina dos dispositivos no estado.

Além dos cigarros eletrônicos, os agentes localizaram R$ 18.624 em dinheiro, um veículo e materiais eletrônicos que podem contribuir para o avanço das investigações. O valor estimado da carga considera um preço médio de comercialização de R$ 140 por unidade.

A operação foi deflagrada a partir do cumprimento de um mandado de busca e apreensão domiciliar. O objetivo era localizar produtos relacionados à circulação e à venda clandestina de cigarros eletrônicos no Rio Grande do Norte.

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Durante as diligências, o homem de 35 anos foi detido em flagrante. Após os procedimentos iniciais, ele e todo o material encontrado foram encaminhados à Polícia Federal (PF).

A transferência ocorreu devido à competência federal sobre os fatos investigados. A Polícia Federal ficará responsável pela continuidade das investigações e pelas medidas de polícia judiciária relacionadas ao caso.

Segundo a Polícia Civil, a apreensão representa a retirada de circulação de mais de 3,5 mil dispositivos eletrônicos que poderiam alcançar valor superior a meio milhão de reais caso fossem comercializados.

Ação reúne órgãos de segurança e fiscalização

A Operação Névoa contou com a atuação conjunta de órgãos de segurança e fiscalização, em uma estratégia voltada ao combate de atividades consideradas ilícitas.

A Polícia Civil destacou que a ação integra o trabalho realizado para enfrentar a comercialização irregular de produtos proibidos no estado. A instituição também reforçou a importância da integração entre os órgãos envolvidos nas ações de fiscalização e investigação.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Federal, que deverá apurar as circunstâncias relacionadas à origem, à comercialização e à distribuição dos produtos apreendidos.

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