Polícia
Policiais penais da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, flagraram na tarde desta quinta-feira (11) uma visitante portando dois volumes contendo substâncias ilícitas, possivelmente maconha e cocaína. A apreensão ocorreu durante a revista de acesso ao presídio.
No Rio Grande do Norte, de acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP), 100% dos visitantes passam por escaneamento corporal, os chamados body scanners..
A detecção da mulher aconteceu justamente durante os procedimentos de revista, operado por policiais penais femininas da unidade.
O material foi apreendido e encaminhado para a Polícia Científica, onde passará por análise pericial. A visitante foi conduzida à Polícia Civil, responsável pelos procedimentos legais cabíveis.
Body scanners em penitenciárias são equipamentos de tecnologia avançada, similares aos de aeroportos, que usam baixa dose de raio-X (ou tecnologia de ondas milimétricas) para escanear o corpo inteiro de visitantes e servidores, detectando objetos escondidos como drogas, armas, celulares e explosivos dentro das roupas ou até mesmo em cavidades corporais, substituindo a revista íntima tradicional e agilizando o processo de segurança com imagens digitais em segundos.
Esses scanners aumentam a segurança ao identificar ilícitos, reduzem a exposição e constrangimento das revistas físicas e diminuem o tempo de triagem, sendo uma ferramenta crucial na luta contra o crime organizado no sistema prisional.
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