Polícia
Um homem, ex-padrasto de Pétala Yonah, foi detido sob suspeita de ter assassinado a criança, cujo corpo foi encontrado após dois dias de desaparecimento, com indícios de asfixia como causa da morte.
A menina foi vista pela última vez em uma praça, o que gerou uma mobilização de moradores e autoridades na busca por informações, culminando na localização do corpo em uma residência no bairro Planalto.
O suspeito confessou o crime durante o interrogatório e está sob custódia, aguardando decisão judicial sobre a manutenção da prisão, enquanto a Polícia Civil continua a investigação para esclarecer todos os detalhes do caso.
O homem investigado pela morte da criança Pétala Yonah, de 7 anos, foi conduzido pelas autoridades e deve passar por audiência de custódia nas próximas horas. Antes disso, ele será submetido a exame de corpo de delito na Polícia Científica, procedimento padrão em casos de prisão.
A criança havia sido dada como desaparecida e foi encontrada morta. As primeiras informações apontam que a causa da morte pode ter sido asfixia, o que ainda deve ser confirmado oficialmente pelas investigações.
O suspeito, que é ex-padrasto da vítima, foi detido e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante as apurações. Ele foi encaminhado sob custódia e permanece à disposição da Justiça, que vai decidir sobre a manutenção da prisão.
Veja o momento:
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Pétala havia desaparecido há cerca dois dias. De acordo com relatos de moradores, a última vez que a criança havia sido vista foino sábado (18), quando ela teria pedido água em uma praça no mesmo conjunto. A partir desse momento, familiares e morados iniciaram buscas pela região enquanto aguardavam informações oficiais.O caso mobilizou moradores da região e equipes de segurança ao longo do fim de semana.
O corpo da menina, foi localizado em uma residência na rua Monte Celeste, no conjunto Leningrado, no bairro Planalto. A Polícia Militar foi acionada após a descoberta e isolou a área para a realização dos primeiros procedimentos.
Equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) também estiveram no local para realizar os levantamentos iniciais e coletar informações que pudessem auxiliar na investigação.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer todas as circunstâncias do crime.
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