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Denúncia aponta que crianças desaparecidas no Maranhão podem ter sido vistas em São Paulo

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Denúncia aponta que crianças desaparecidas no Maranhão podem ter sido vistas em São Paulo  |   BNews RN - Divulgação Imagem: reprodução

Publicado em 25/01/2026, às 20h54   Mayane Lins



O desaparecimento das crianças Ágatha Isabelly e Allan Michael no Maranhão ganhou novos desdobramentos com uma denúncia de que foram vistas em um hotel em São Paulo, levando a uma investigação conjunta entre as polícias dos dois estados.

As crianças desapareceram em 4 de outubro, enquanto brincavam em uma área de mata, e seu primo, Anderson Kauã, foi encontrado três dias depois, o que ajudou a redirecionar as buscas na região.

Mais de 500 pessoas estão envolvidas nas operações de busca, que continuam ativas no Maranhão, enquanto as autoridades investigam a possibilidade de que as crianças tenham se perdido na mata, além de explorar a nova pista em São Paulo.

Resumo gerado por IA

O caso das crianças desaparecidas no Maranhão ganhou um novo desdobramento neste fim de semana após uma denúncia indicar que os irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, teriam sido vistos em São Paulo. A informação foi repassada à Polícia Civil paulista no sábado (24) e aponta que as crianças estariam em um hotel no bairro da República, região central da capital.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que comunicou oficialmente as autoridades maranhenses e que a apuração passou a ser feita de forma conjunta. Equipes policiais analisam imagens, registros e depoimentos relacionados à denúncia para verificar se as crianças vistas no local são, de fato, Ágatha e Allan.

Enquanto isso, as buscas no Maranhão seguem em andamento. As operações no estado não foram interrompidas, e as forças de segurança mantêm frentes ativas de investigação e varredura na região onde os irmãos desapareceram.

Desaparecimento mobiliza grande operação

Ágatha e Allan desapareceram no último dia 4, no município de Bacabal, no interior do Maranhão. Eles estavam acompanhados de um primo, Anderson Kauã, de 8 anos, quando entraram em uma área de mata no território quilombola São Sebastião dos Pretos, onde costumavam brincar.

Três dias depois, Anderson foi encontrado com vida no povoado Santa Rosa, a cerca de quatro quilômetros do local onde o trio havia sido visto pela última vez. O menino foi localizado por produtores rurais que passavam pela região e recebeu atendimento médico após o resgate.

Em depoimento às autoridades, Anderson contou que os três seguiram por uma trilha até uma cabana abandonada conhecida como “casa caída”, próxima ao Rio Mearim. A informação ajudou a redirecionar as buscas e ampliar a área monitorada pelas equipes.

Atualmente, mais de 500 pessoas participam da operação, entre policiais civis, militares, bombeiros e agentes da Marinha. O trabalho é considerado complexo devido à extensão da área e às dificuldades do terreno, mas, segundo as autoridades, nenhuma hipótese foi descartada.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, a principal linha de investigação ainda considera que as crianças possam ter se perdido na mata. No entanto, a denúncia registrada em São Paulo abriu uma nova frente de apuração, levando à atuação integrada das forças de segurança dos dois estados na tentativa de localizar os irmãos.

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