Polícia
Publicado em 02/02/2026, às 09h59 Malu Machado
Um agente da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana foi preso após tentar fugir de uma fiscalização da Operação Lei Seca, quase atropelando uma policial, o que gerou pânico e indignação entre os presentes.
O agente foi autuado por dirigir sob efeito de álcool, com a confirmação do grau de embriaguez ainda pendente, levantando questões sobre a responsabilidade de agentes públicos no cumprimento da lei.
Após a prisão, o caso destaca a importância da Operação Lei Seca no combate à embriaguez ao volante e as severas punições previstas para condutas imprudentes, que podem incluir detenção e multas significativas.
Na noite deste domingo (1°) um agente da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) foi preso em flagrante após tentar escapar de uma fiscalização da Operação Lei Seca. O servidor, que atua como motociclista do órgão de trânsito municipal, protagonizou cenas de perigo real que por pouco não terminaram em tragédia na capital potiguar.
De acordo com as informações apuradas no local, ao perceber a barreira policial, o agente iniciou uma manobra de fuga. Durante a tentativa de evasão, ele avançou com o veículo e quase atropelou uma policial que trabalhava na operação. A ação imprudente colocou a vida dos agentes e de outros condutores em risco, gerando pânico e indignação entre as pessoas que acompanhavam a fiscalização.
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Após ser interceptado e contido, o agente foi encaminhado imediatamente à delegacia. Ele foi autuado pelo crime de dirigir com a capacidade psicomotora alterada em razão do consumo de álcool. Embora o grau exato de embriaguez ainda aguarde confirmação oficial por meio de laudos técnicos, os sinais apresentados no momento da abordagem foram suficientes para a autuação em flagrante.
O caso gerou indignação e levanta um debate profundo sobre a conduta de agentes públicos, a responsabilidade no trânsito e o cumprimento da lei por quem tem o dever de fiscalizar.
A Operação Lei Seca é uma das principais ferramentas de redução de acidentes no Rio Grande do Norte. A legislação brasileira adota a tolerância zero para o consumo de álcool ao volante, estabelecendo punições rígidas tanto na esfera administrativa quanto na criminal.
Nem todo flagrante de embriaguez resulta em prisão imediata, mas todos geram punições severas:
Casos que envolvem tentativa de fuga ou resistência, como o registrado com o agente da STTU, agravam significativamente a situação jurídica. Além do crime de embriaguez, o condutor pode responder por direção perigosa, desobediência e, dependendo da manobra contra os policiais, até por tentativa de homicídio ou lesão corporal.
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