Polícia
Publicado em 24/01/2026, às 08h59 Mayane Lins
Duas mulheres, uma de 22 anos e outra de 38, foram presas em Fortaleza e Natal, suspeitas de integrar um grupo criminoso envolvido em extorsões nos estados do Rio Grande do Norte e Ceará, com prisões ocorrendo simultaneamente durante o cumprimento de mandados judiciais.
As investigações, conduzidas pela Polícia Civil do Ceará com apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, revelaram que a mulher presa em Natal já havia sido alvo de um mandado de busca em uma apuração paralela, mas detalhes sobre as extorsões e as vítimas não foram divulgados.
A operação resultou em dois mandados de prisão e três de busca e apreensão, com apreensões de celulares e documentos que auxiliarão nas investigações, enquanto as suspeitas permanecem à disposição da Justiça e o inquérito continua em andamento.
Uma mulher de 22 anos e uma advogada, de 38, foram presas nesta sexta-feira (23) suspeitas de integrar um grupo criminoso investigado por praticar extorsões nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. As prisões ocorreram em Fortaleza e Natal, de forma simultânea, durante o cumprimento de mandados expedidos pela Justiça cearense.
A mulher mais jovem foi capturada no bairro Carlito Pamplona, em Fortaleza. Já a advogada foi presa no bairro Tirol, na zona Leste de Natal. De acordo com a Polícia Civil, as duas são apontadas como integrantes de uma organização criminosa que atuava de forma interestadual. A corporação não divulgou detalhes sobre a dinâmica das extorsões nem sobre o perfil das vítimas.
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As ordens judiciais são resultado de uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Ceará, com apoio operacional da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. Segundo os investigadores, a mulher presa em Natal já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão no estado potiguar, no âmbito de uma apuração paralela.
Ao todo, a operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão. Um dos mandados de busca foi executado em um imóvel pertencente a outro advogado, localizado em Fortaleza.
Durante as diligências, os policiais apreenderam aparelhos celulares, notebooks e documentos, que serão analisados e devem auxiliar no aprofundamento das investigações. A ação contou com o acompanhamento de um representante das prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com o objetivo de assegurar o cumprimento das normas legais e institucionais.
As suspeitas permanecem à disposição da Justiça, e o inquérito segue em andamento.
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