Geral
Publicado em 29/10/2025, às 08h03 Bruna Souza
A língua portuguesa possui regras únicas e surpreendentes para a formação do feminino, especialmente no reino animal. Embora muitos instintivamente pensem em apenas mudar o final, o gênero de certos animais segue mudanças gramaticais que confundem.
O erro é comum, mas a gramática é clara, seguindo os diferentes tipos de substantivos. O português divide os nomes de animais em duas categorias principais para a indicação de gênero, como afirma o UOL
A maioria dos substantivos possui o que chamamos de forma biforme, ou seja, uma duas palavras diferentes para o masculino e feminino.
Regra: Há duas maneira de se referir a um subtântivo.
Substantivos Epicenos: forma única
Em casos como o hipopótamo, a regra é diferente: ele pertence à categoria dos substantivos epicenos, que possuem apenas um gênero gramatical para nomear ambos os gêneros do animal.
Regra: Para indicar o masculino e feminino, é necessário adicionar as palavras como macho ou fêmea após o nome.
Masculino/Feminino: Hipopótamo
Para indicar o sexo: Hipopótamo-macho ou Hipopótamo-fêmea.
Outros Exemplos: Jacaré-macho/fêmea, Cobra-macho/fêmea, Tatu-macho/fêmea e Águia-macho/fêmea.
Falar o nome certo para a fêmea do pavão ou para o hipopótamo-fêmea não é apenas uma vaidade de professor de português, é um diferencial na hora de se comunicar.
Quando você usa regras certas para língua, mostra que tem domínio do idioma e clareza no que está falando. Se comunicar de um jeito claro e sem erros é muito bom em qualquer situação, seja num trabalho da faculdade, numa reunião ou até mesmo numa convers
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