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"Soneca" de 30 minutos vira aliada contra a insônia e promete “resetar” o cérebro, dizem especialistas

prática auxilia a minimizar os efeitos da privação de sono - Reprodução/Freepik
Outro especialista afirma que adultos saudáveis podem se beneficiar da "soneca" rápida, que ajuda para a redução da fadiga  |   BNews RN - Divulgação prática auxilia a minimizar os efeitos da privação de sono - Reprodução/Freepik
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 16/12/2025, às 17h29



De acordo com especialistas com foco na área do sono, uma soneca curta, de até 30 minutos, pode ser uma estratégia forte para recuperar o foco e o rendimento após uma noite mal dormida. A prática auxilia a minimizar os efeitos da privação de sono e melhora o desempenho mental ao longo do dia, desde que seja feita com moderação.

Segundo pesquisadores dos Estados Unidos, o cochilo funciona como uma pausa estratégica para o cérebro, oferecendo descanso sem comprometer o sono noturno, algo comum quando a soneca é prolongada demais.

Meia hora faz diferença?

Uma das pesquisadoras da área afimou ao jornal The New York Times que uma soneca de cerca de 30 minutos é suficiente para proporcionar alívio mental e melhorar a capacidade cognitiva.

Dormir além disso pode provocar a chamada inércia do sono, aquela sensação de lentidão e confusão ao acordar, que acaba anulando os benefícios do descanso rápido. Por isso, especialistas reforçam que o cochilo não substitui uma boa noite de sono, servindo apenas como medida pontual.

Benefícios comprovados do cochilo curto

Outro especialista afirma que adultos saudáveis podem se beneficiar de cochilos rápidos, que contribuem para a redução da fadiga, melhora do humor e aumento da concentração. Estudos também indicam reflexos positivos na memória e nos tempos de reação.

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O intervalo ideal varia entre 20 e 30 minutos. Acima disso, cresce a chance de acordar mais cansado do que antes. O horário também é determinante, especialistas recomendam cochilar antes das 15h para evitar impactos negativos no sono da noite.

O ambiente deve ser silencioso, com pouca luz e temperatura agradável, reduzindo estímulos externos que atrapalhem o descanso.

Outras formas de “reiniciar” o cérebro

Além da soneca, especialistas destacam que a cafeína pode ajudar a elevar o estado de alerta, desde que consumida com moderação. O excesso pode causar ansiedade, agitação e aumento da frequência cardíaca.

A prática de atividade física também aparece como uma aliada importante. Pesquisas dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos mostram que exercícios ajudam a compensar os efeitos da falta de sono e melhoram o desempenho cognitivo mesmo após noites mal dormidas.

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