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Modelo denuncia racismo em elevador e relata agressões físicas

Reprodução:  Redes Sociais / @eunarao
Modelo Maynara Bittencourt relata agressão e ofensas racistas em elevador no Centro do Rio de Janeiro, caso está sob investigação  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: Redes Sociais / @eunarao
Jussier Lucas

por Jussier Lucas

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Publicado em 01/06/2026, às 19h54



A modelo e influenciadora Maynara Bittencourt denunciou ter sido vítima de racismo e agressão física dentro de um elevador no Centro do Rio de Janeiro. O caso aconteceu no último sábado (30) e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo relato publicado pela influenciadora nas redes sociais, ela deixava o trabalho quando entrou em um elevador acompanhada de outra mulher. De acordo com Maynara, a suspeita passou a proferir ofensas racistas, chamando-a de “macaca” e “favelada”.

A modelo também afirmou que sofreu agressões físicas durante a discussão. Conforme o relato, ela foi arranhada ao tentar registrar a situação em vídeo, enquanto a outra mulher tentava tomar seu celular.

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Caso foi registrado em delegacia e segue sob investigação

Após o episódio, Maynara procurou uma unidade policial para registrar a ocorrência. Em publicação nas redes sociais, ela afirmou ter ficado insatisfeita com o atendimento recebido após denunciar o caso.

“Estou compartilhando esse relato porque o silêncio protege os agressores. Racismo não é opinião, não é brincadeira, não é mal-entendido. Racismo é crime”, escreveu a influenciadora.
Reprodução / @eunarao
Reprodução / @eunarao

De acordo com a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), agentes foram acionados por pedestres para atender uma ocorrência na Rua dos Andradas. No local, encontraram duas mulheres discutindo e, diante das versões divergentes apresentadas, conduziram ambas para a 4ª Delegacia de Polícia, na região central da capital fluminense.

A Polícia Civil informou que o caso foi registrado inicialmente na 4ª DP (Presidente Vargas) e posteriormente encaminhado para a 1ª DP (Praça Mauá), responsável pela continuidade das investigações.

Sobre a reclamação relacionada ao atendimento, a corporação esclareceu que o registro da ocorrência e os depoimentos das envolvidas duraram cerca de duas horas. Segundo a Polícia Civil, o procedimento seguiu os protocolos necessários para a formalização dos fatos e para a apuração adequada das circunstâncias denunciadas.

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