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Jovem potiguar transforma memórias de infância em curta emocionante sobre identidade e pertencimento

Reprodução/Assessoria
A cineasta Catarina Rodrigues revisita suas raízes familiares em 'Raízes dos Olhos', um curta que une fotografia e narrativa audiovisual  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Assessoria
Giovana Gurgel

por Giovana Gurgel

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Publicado em 12/11/2025, às 14h32



Em “Raízes dos Olhos”, a cineasta Catarina Rodrigues revisita o quintal da casa dos avós, Seu Rodrigues e Dona do Carmo, para transformar lembranças de infância em arte. No formato de fotofilme, que une fotografia e narrativa audiovisual, a jovem cria uma obra sensível que reflete sobre memória, afeto e a importância das raízes.

O curta é uma homenagem poética ao território potiguar e às relações familiares que moldam a identidade. Entre imagens, sons e gestos, Catarina tece uma narrativa que atravessa gerações.

“É um presente para meus avós e para as gerações que virão depois de mim. Uma forma de dizer que nossas histórias importam”, afirma a diretora e roteirista.

Após o lançamento oficial, o filme passou a estar disponível gratuitamente no YouTube, democratizando o acesso ao público e fortalecendo a difusão da produção audiovisual potiguar. O curta pode ser assistido no canal oficial do projeto.


Memória, afeto e pertencimento

Mais do que um registro íntimo, “Raízes dos Olhos” é um gesto de reconhecimento e resistência cultural. Ao revisitar espaços e histórias familiares, Catarina transforma o cotidiano em poesia visual, reconstruindo o passado a partir de novas camadas de sentido.

Com a participação dos próprios avós, Maria do Carmo de Souza e Francisco Rodrigues, o filme cria uma conexão direta entre o olhar da diretora e a vivência daqueles que inspiraram sua trajetória.

“É um mergulho nas lembranças, mas também um reencontro com o presente, um gesto de afeto que transforma a memória em arte”, pontua Rodrigues.

Produção colaborativa e potiguar

O curta conta com produção e fotografia de Auana Câmara, edição e montagem de Lis, e trilha sonora e som direto assinados por Nandrill. As equipes Por Sinal Libras e Somar Comunicação e Acessibilidade garantem que o filme seja acessível a diferentes públicos, ampliando seu alcance e impacto social.

Realizado por meio do Edital Municipal de Fomento à Produção Audiovisual 07/2024, na categoria de apoio à produção de curta-metragem de São Gonçalo do Amarante, o projeto foi financiado com recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022).

Classificação Indicativa: Livre

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