Geral
por José Nilton Jr.
Publicado em 02/04/2026, às 14h54
A ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, disse nesta quinta-feira (2) que o governo federal está previsto para convocar mais 7 mil aprovados em concursos públicos para ocupar posições no Executivo Federal.
Entre esses, mais de 3,6 mil são concorrentes da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU). A previsão reforça a estratégia do governo de recompor quadros em diferentes áreas da administração pública ao longo de 2026.
Ainda de acordo com a ministra, além dessas nomeações, também poderão ser chamados candidatos que permanecem em listas de espera de outros concursos já homologados.
Segundo Esther Dweck, concursos já homologados antes do período eleitoral podem convocar aprovados normalmente, sem impedimentos legais. Por outro lado, a realização de novos concursos fica restrita durante o período eleitoral, conforme determina a legislação vigente.
A ministra destacou que há expectativa de entrada expressiva de novos servidores ainda este ano, especialmente em seleções já autorizadas.
Entre as áreas com prioridade nas convocações estão carreiras da Polícia Federal e cargos ofertados na primeira edição do CNU.
Em março, o governo já havia convocado 1.860 aprovados, contemplando tanto vagas previstas em edital quanto oportunidades autorizadas posteriormente.
A tendência, segundo a ministra, é de continuidade nesse ritmo de nomeações ao longo dos próximos meses.
Para cargos sem definição imediata de lotação, haverá uma fase anterior à nomeação, com publicação de editais específicos indicando os locais de trabalho.
Esse intervalo permitirá que os aprovados tenham tempo para se organizar antes da posse, incluindo mudanças de cidade e ajustes familiares.
A medida, segundo o governo, busca garantir maior previsibilidade e facilitar a adaptação dos novos servidores.
Apesar do foco nas convocações, o governo também prevê a autorização de novos concursos públicos até o mês de junho.
A ministra informou que será realizado um levantamento das demandas dos órgãos federais, com posterior envio das propostas à Casa Civil e à Presidência da República.
Ainda não foram detalhadas quais instituições devem ser contempladas com novas seleções, mas a expectativa é de um número mais restrito de editais.
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